Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Mario Quintana (MQ)
Vianna Moog
(Autoria)
Mario Quintana
(Destinatário)
(Autoria)
Mario Quintana
(Destinatário)
24 de março de 1981
Detalhes
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Mario Quintana (MQ)
Mario Quintana (MQ) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
24 de março de 1981(Não)
Sugestão de dizeres para telegrama a Eduardo Portella. Comentários sobre o atendimento de pedido de Clovis Ramalhete e a possibilidade do apoio de Clovis Ramalhete a candidatura de Mario Quintana à Academia Brasileira de Letras. Comentários sobre o tom das falas de Mario Quintana em entrevistas à imprensa e a possibilidade de prejudicar a candidatura. Comentário sobre a oposição do Partido Comunista à candidatura de Mario Quintana. Denominação dos possíveis eleitores de Lêdo Ivo e Orígenes Lessa
32,9(altura) x 21,6(largura); 3(folhas)
Esconderijos do tempo
Datiloscrito com correções manuscritas. Folhas numeradas no canto inferior direito pelo arquivista. Admite-se a falta de uma folha após a segunda folha. Na primeira organização do Arquivo Mario Quintana em 1995, esse documento integrou a classe Correspondência com o código 02b1086-1981.
Poeta que escreveu versos desde a infância, Mario Quintana nasceu em Alegrete (RS), em 30 de julho de 1906. Em 1924, começou a trabalhar na Livraria do Globo, em Porto Alegre, inicialmente na função de desempacotador de livros, anos depois como colaborador da Revista do Globo, e mais tarde, em 1934, estreou como tradutor na editora gaúcha. Ali foi o tradutor de autores como Proust e outros de peso equivalente, sem desdenhar dos escritores menores, que traduziu com dedicação. Em 1926, Quintana estreou com o conto “A sétima personagem”, publicado no Diário de Notícias, de Porto Alegre. No ano seguinte a revista carioca Para Todos, publicou um poema seu. Ainda no ano de 1934, iniciou colaboração, que se revelaria longa, no Correio do Povo, de Porto Alegre. Em 1940, publicou, pela Globo, seu primeiro livro: a coleção de 35 sonetos intitulada A roda dos cataventos. Com textos curtos e poéticos publicados na coluna “Do Caderno H”, iniciou, em 1945, colaboração na revista Província de São Pedro. Muitos textos nesse estilo seriam publicados ao longo de sua fiel colaboração no Correio do Povo. Em 1946, publicou o segundo livro de versos, Canções. A este livro se seguiu Sapato florido, de 1948, com prosa poética e alguns aforismos. Em 1950, publicou O aprendiz de feiticeiro, e no ano seguinte, Espelho mágico. Mario Quintana morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre.;presidente da Fundação da Biblioteca Nacional;general; Chefe da Casa Civil da Presidência da República;Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;Filólogo, crítico literário, tradutor, diplomata, enciclopedista e ministro da cultura do Brasil;Poeta que representou a chamada Geração de 45, Lêdo Ivo produziu vasta obra que inclui, além da poesia, romance, conto, crônica, ensaio e memórias. Nasceu no dia 18 de fevereiro de 1924, em Maceió (AL) e aos 19 anos mudou-se para o Rio de Janeiro. Colaborou na imprensa carioca como jornalista e bacharelou-se pela então Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil. Em 1944 publicou seu primeiro livro de poesia, As imaginações, à qual seguiu intensa produção. Foi com o romance Ninho de cobras, de 1973, que conquistou notoriedade como romancista. Em 1987, tornou-se membro da Academia Brasileira de Letras. Em 2007 o Instituto Moreira Salles publicou E agora adeus, seleção de cartas do arquivo do escritor sob a guarda da instituição. Lêdo Ivo morreu em 23 de dezembro de 2012, em Sevilha na Espanha.;vice-presidente da República;Uma das maiores romancistas brasileiras, dona de prosa vigorosa e enxuta, Rachel de Queiroz foi também cronista excepcional. Nasceu em Fortaleza (CE), em 17 de novembro de 1910, e aos dezesseis anos começou a atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1945, ano em que deu início a trinta anos de colaboração como cronista na revista O Cruzeiro, período em que deu continuidade à sua obra de romancista. Morreu no Rio de Janeiro, em 4 de novembro de 2010.
O Arquivo Mario Quintana chegou ao Instituto Moreira Salles em 2009. É formado de datiloscritos e manuscritos, como cadernos com rascunhos de poemas, frases e haicais, além de correspondência, recortes de jornais e de revistas e fotografias.
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