Denominação do documento/obra/objeto: Carta
Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Erico Verissimo (EV)
Erico Verissimo
(Autoria)
Herbert Caro
(Destinatário)
(Autoria)
Herbert Caro
(Destinatário)
11 de dezembro de 1954
Detalhes
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Erico Verissimo (EV)
Erico Verissimo (EV) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
11 de dezembro de 1954(Não)
Comentários sobre trabalho na União Pan-Americana. Referência à palestra sobre Euclides da Cunha. Referência ao convite para participação em programa de rádio. Comentários sobre visita a estúdios de Hollywood. Referência à conversa com Fritz Lang
35,4(altura) x 21,6(largura); 1(folhas)
Balcão de livraria, A besta humana, Memórias do cárcere
Fotocópia de datiloscrito. Na primeira organização do Arquivo Erico Verissimo em 1995, esse documento integrou a classe Correspondência com o código 02a0059-1954. Há pessoas cujo nome citado está parcialmente identificado: Bromsen; Plá; Victor; Rasgado.
Romancista que figura entre os maiores da literatura brasileira, Erico Verissimo se definia simplesmente como um “contador de histórias”. Somou à sua abundante produção literária a atividade fecunda de editor e foi um dos responsáveis pelo sucesso da Editora Globo. Nasceu em Cruz Alta (RS), em 17 de dezembro de 1905, tornou-se conhecido com o romance Clarissa (1932) e celebrizou-se com a trilogia O tempo e o vento, cujo primeiro título, O continente, saiu em 1949. Morreu em Porto Alegre (RS), em 28 de novembro de 1975.;Poeta que escreveu versos desde a infância, Mario Quintana nasceu em Alegrete (RS), em 30 de julho de 1906. Em 1924, começou a trabalhar na Livraria do Globo, em Porto Alegre, inicialmente na função de desempacotador de livros, anos depois como colaborador da Revista do Globo, e mais tarde, em 1934, estreou como tradutor na editora gaúcha. Ali foi o tradutor de autores como Proust e outros de peso equivalente, sem desdenhar dos escritores menores, que traduziu com dedicação. Em 1926, Quintana estreou com o conto “A sétima personagem”, publicado no Diário de Notícias, de Porto Alegre. No ano seguinte a revista carioca Para Todos, publicou um poema seu. Ainda no ano de 1934, iniciou colaboração, que se revelaria longa, no Correio do Povo, de Porto Alegre. Em 1940, publicou, pela Globo, seu primeiro livro: a coleção de 35 sonetos intitulada A roda dos cataventos. Com textos curtos e poéticos publicados na coluna “Do Caderno H”, iniciou, em 1945, colaboração na revista Província de São Pedro. Muitos textos nesse estilo seriam publicados ao longo de sua fiel colaboração no Correio do Povo. Em 1946, publicou o segundo livro de versos, Canções. A este livro se seguiu Sapato florido, de 1948, com prosa poética e alguns aforismos. Em 1950, publicou O aprendiz de feiticeiro, e no ano seguinte, Espelho mágico. Mario Quintana morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre.;Editor a quem se deve a introdução de grandes nomes da literatura universal no Brasil, homem de cultura e de espírito empreendedor, dedicou a vida aos livros e ao cultivo da amizade com os autores que editava. Nasceu em 6 de maio de 1906, em Rosário, cidade da província de Santa Fé, na Argentina e morou em Porto Alegre, onde, a convite de Erico Verissimo, fez história na tradicional Livraria do Globo, depois Editora Globo, fundada em 1883 pela família Bertaso. Morreu em Porto Alegre (RS), em 26 de julho de 1988.
O Arquivo Erico Verissimo chegou ao Instituto Moreira Salles em 2009, proveniente da Associação Cultural Acervo Literário Erico Verissimo (ACALEV). É formado de manuscritos e datiloscritos de obras, além de rascunhos e notas, correspondência, recortes de jornais e de revistas e fotografias.
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