Denominação do documento/obra/objeto: Carta
019491.jpg
Otto Lara Resende (OLR)
Carlos Castello Branco
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
26 de março de 1958
Detalhes
019491.jpg
Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
26 de março de 1958(Não)
Referências à venda de carro, publicação do livro Domingo no mar azul, de Paulo Mendes Campos. Considerações sobre o livro Cidade vazia, de Fernando Sabino e a criação literária de Millôr Fernandes. Referências à peça de teatro O auto da compadecida, de Ariano Suassuna, livros de Octávio de Faria e Lúcio Cardoso. Referências à carta de Otto Lara Resende a Fernando de Lara Resende, situação política no Brasil, doença de Carlos Lacerda e à convite para ser padrinho de casamento de Fernando de Lara Resende e Silvia
26,5(altura) x 20,4(largura); 4(folhas)
Cidade vazia, Domingo no mar azul, [Novela nada erxemplares], Auto da compadecida, O Senhor do mundo
Na primeira organização do Arquivo Otto Lara Resende, dada pelo IMS em 2001, esse documento integrou a série Correspondência Passiva.
Há pessoas cujo nome citado está parcialmente identificado: Adil; Brasílio; Filinto; Fleiuss; Heron; Humberto; Namora; PEIXOTO; Penido; Rodrigo; Saldanha
Há pessoas cujo nome citado está parcialmente identificado: Adil; Brasílio; Filinto; Fleiuss; Heron; Humberto; Namora; PEIXOTO; Penido; Rodrigo; Saldanha
Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;diretor;embaixador
Embaixador;Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;presidente
presidente o Brasil;Intelectual, escritor, filósofo, dramaturgo, professor, romancista, artista plástico, ensaísta, poeta, político e advogado brasileiro;Presidente da República - 2o governo, período democrático
Presidente
presidente do Brasil
presidente
presidente da República do Brasil
Presidente da República;Presidente da República
presidente da República
ministro
presbítero
presidente
presidente da República do Brasil
presidente da República e primeiro ministro
Embaixador;Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;presidente
presidente o Brasil;Intelectual, escritor, filósofo, dramaturgo, professor, romancista, artista plástico, ensaísta, poeta, político e advogado brasileiro;Presidente da República - 2o governo, período democrático
Presidente
presidente do Brasil
presidente
presidente da República do Brasil
Presidente da República;Presidente da República
presidente da República
ministro
presbítero
presidente
presidente da República do Brasil
presidente da República e primeiro ministro
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
![Doidinho, de José Lins do Rego...;Mater dolorosa;-;-;-;-;-;-;[Jornal do Brasil];-;-;-;-;-;Por que mentir?;-;-;Confidência na tarde;-;60 anos do Cristo Redentor;-;Achado no interior de SP falcão peregrino do Texas;-;A casa do Otto;-;Agora com notícia;-;-;-;João Gambá, servente...;-;-;Nacionalismo dos mineiros...;-;-;O braço direito: dossiê (Os anjos dizem amém...);-;-;A lambada que o carro dá...;-;-;-;-;Olhei em volta...;Anfitriã;Namoro antigo;-;Nominata mais ou menos nobilárquica;-;-;-;Maior barato/Bla [nota s/palavra]...;-;-;In-visível - que não é invisível...;-;A metafísica da barba;Aparecido, o infarto da oposição;O amestrador amestrado;-;-;Relação dos...;-;-;-;-;-;-;-;O sertão austríaco P. Nava e o sertão...;-;A praia de Botafogo tinha mesmo de cheirar mal;O muro não é mineiro;A sombra em flor de Otto Lara Resende;-;-;Augusto dos Anjos em Leopoldina;Coreografia da violência;-;-;[Depoimento de Otto Lara Resende sobre o Jornal do Brasil];-;-;-;Plasta, em São João del-Rei...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O que vem por aí;Brasil tem catástrofe;Literariamente, com a morte de Clarice...;Denúncia do poeta A.F. Schmidt;Otto Lara Resende;As palavras exatas;Era grande demais...;O braço direito: dossiê (Tento reconstituir de memória...);Porque a preferência literária no romance...;Guilherme Figueiredo...;A difícil lição;A influência que o soneto tem;A virgem nua (La virgen desnuda);Alceu, viva e continue a morrer;As cobras;Bilhete a um jovem que não anda mais desanimado;A boca do inferno;Bonitinha mas ordinária;Brazil's economy - last throw of the gambler?;A crise internacional do café ou carta-poema aos amigos de Great Neck;A dona da casa](https://acervos.ims.com.br/service.php/File/42596_ca_object_representations_media_586316_medium.jpg)