Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Otto Lara Resende (OLR)
José Luiz P. da Costa
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
27 de outubro de 1991
Detalhes
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
27 de outubro de 1991(Não)
Considerações a respeito de artigos de Otto Lara Resende. Referência à frase Otto é cultura, de Millôr Fernandes e à página 159 do livro Relógio, de Caio Túlio, na qual Otto Lara Resende é citado
28(altura) x 21,4(largura); 1(folhas)
Relógio [de Pascal], [Ontem, hoje, amanhã], [Eu sou mais Rodrigo], [Quem são os idiotas]
Na primeira organização do Arquivo Otto Lara Resende, dada pelo IMS em 2001, esse documento integrou a série Correspondência Passiva.
Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;vice-presidente da República;Economista, professor universitário e político brasileiro. Ministro da Secretaria do Planejamento da Presidência do Brasil. Período, 15 de agosto de 1979 até 15 de março de 1985
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;vice-presidente da República;Economista, professor universitário e político brasileiro. Ministro da Secretaria do Planejamento da Presidência do Brasil. Período, 15 de agosto de 1979 até 15 de março de 1985
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
![Falsa alegoria;-;-;30 anos de vida literária;-;-;Liberdade nº 2;-;-;Col: sobral, mult dos pães...;-;-;Soneto de um casamento;-;-;Dado o alarma...;-;A sogra de Pedro;-;A capucha;-;-;Amor, de mãos dadas;O trono vazio;A dança das constituições;-;-;Aos 48 anos Niskier é imortal;Soneto livre;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (O ribombo do trovão...);-;Sou um viciado em Brasil...;-;-;Eleições: eleitor de bico de pena...;-;-;-;As Pompas do Mundo;[Farpas alegres sobre Georges Bernanos];-;-;-;Assim é, se lhe parece;-;Grande poeta...;-;-;-;Uma fagulha que seja...;-;-;A sociedade e a moral cristã;-;-;Mota: Hélio e eu;-;-;-;-;Biblioteca: memória;Poema inteligente;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Estefanote - trepadeira...;-;-;-;-;-;Afeição sobre quatro patas: os gatos;Bombas e bombons;-;-;Muitas cabeças unidas num só corpo...;-;-;O linguajar carioca...;-;Gregoriana...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A arara de luto;Quando a revolução era novidade;Mater dolorosa;[Introdução a Carlos Drummond de Andrade];Vem de longe, da minha...;Casa dentro da casa;Culpa;Docta ignorantia...;Casal feliz [conto]...;Nem pensar. Vida pública? Nunca...;Linhagem;O braço direito: dossiê (Os seus lêmures...);À margem dos cock-tails;A vida contada e sentida do solitário do Tambaú;Academia;Alceu e eu;Atestado de identidade para Murilo Mendes;A boca do inferno;Já pensou em escrever um livro de memórias?](https://acervos.ims.com.br/service.php/File/38437_ca_object_representations_media_586311_medium.jpg)