Denominação do documento/obra/objeto: Bilhete
020580.jpg
Otto Lara Resende (OLR)
Millôr Fernandes
(Autoria)
Wanda Fernandes
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
Helena Pinheiro de Lara Resende
(Destinatário)
(Autoria)
Wanda Fernandes
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
Helena Pinheiro de Lara Resende
(Destinatário)
abril de 1951
Detalhes
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Correspondência pessoal > -
Bilhete
Millôr Fernandes (Autoria)
Wanda Fernandes (Autoria)
Otto Lara Resende (Destinatário)
Helena Pinheiro de Lara Resende (Destinatário)
Wanda Fernandes (Autoria)
Otto Lara Resende (Destinatário)
Helena Pinheiro de Lara Resende (Destinatário)
abril de 1951(Sim)
Felicitações pelo nascimento de André Lara Resende
4,8(altura) x 8,7(largura); 1(folhas)
Na primeira organização do Arquivo Otto Lara Resende, dada pelo IMS em 2001, esse documento integrou a série Correspondência com o código OLR-C-CP-
Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
![-;O braço direito: dossiê (Para onde vai a colherzinha?...);-;-;-;A fruição da liberdade;-;-;-;Algumas histórias de morte;-;Som e sentido de nove histórias;-;-;-;Braga, movido a amor;-;-;O místico da ação;-;-;-;-;Bumbo de mais, caixa de menos;1889 - 1989: República é voto;-;Murilo Mendes;-;-;-;Charles Lindberg voou de NY a Paris...;-;-;A labor dispute turns violent;-;-;-;Olha o boi voando;-;-;A morte de Homo Economicus;-;-;-;-;Tape-recorder ou conversa mole;-;-;-;Os Bezerras de Ponte de Lima e Viana do Castelo;-;-;-;-;-;-;Digo perereca e ela ri: banguela...;-;-;-;-;-;Descuidista. Carteirista, em Portugal...;-;A obra do poeta Carlos Drummond de Andrade tema duma conferência do adido cultural do Brasil, no Grupo de Estudos Brasileiros;-;-;-;-;-;-;-;Política;Otto Lara Resende...;-;-;-;Asistirá al entierro de su propia pierna;-;-;-;-;A pesca;-;-;-;-;-;-;Anacíclico verso ou palíndromo;-;-;-;-;[Capa];-;-;-;A voz de Vossa Senhoria;-;-;-;Autógrafos;1537. Papa Paulo III...;-;-;-;Duas histórias a bordo;-;-;-;Não é a tarde, nem é o cinzento...;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Pau-de-sebo...);-;-;-;-;Picasso - acho/Procuro...;-;-;-;A aproximação do aniversário;-;Ad Immortalitatem;O braço direito: dossiê (São 9 horas da noite...);-;-;-;Fluxo e refluxo;-;-;-;Um menino inútil;-;-;-;Algumas coisas são de ontem...;-;-;-;Vida;-;-;-;-;No NE se queima alfazema [que cheira bem]...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Proibido de ser feliz;Seria inútil, senão pretensioso...;Enfim, chegou o dia...;Padronização de...;O braço direito: dossiê (BD: O maquiavelismo dos jesuítas...);O braço direito: dossiê (Anchieta fundou...);Olhar cúmplice. Olhar de ócio. De ressentimento...;Acordo/Abro os olhos...;Jonhandean/La jeunesse Theóphile...;A Europa curvou-se ante o Brasil...;A empolgação Brizola;A propósito do centenário de nascimento de Getúlio Vargas;AI 5: Fim;Anotações da agenda;Aprender a ler;As confissões de Nelson Rodrigues;Boa conversa;A boca do inferno;Soneto de domingo;O pai, o chefe, o rei/Vozes do retrato;Adeus ao amigo;Graham Greene no Brasil](https://acervos.ims.com.br/service.php/File/20900_ca_object_representations_media_586279_medium.jpg)