Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Otto Lara Resende (OLR)
Marco Aurélio de Moura Mattos
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
7 de junho de 1950
Detalhes
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
7 de junho de 1950(Não)
Notícia de viagem a Uberaba a serviço da Caixa Econômica Federal. Comentério sobre produção de livro e ensaio. Notícias sobre amigos. Notícia de leitura de livros
33(altura) x 21,5(largura); 3(folhas)
Versos íntimos, O lago do convívio, Sombra e o exílio, Le pesanteur, D. Quixote, Greguerias, El miedo de la liberdad, Ion, As lições de Filologia Portuguesa, Comentário ao Evangelho de S. João, Biblia, Hypérion, Raízes do Brasil, Constituição Federal
Na primeira organização do Arquivo Otto Lara Resende, dada pelo IMS em 2001, com orientações do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), registrada em base Access, esse documento integrou a série Correspondência Passiva, com notação C-CP-
Há pessoas cujo nome citado está parcialmente identificado: Maillol; Rorschach
Há pessoas cujo nome citado está parcialmente identificado: Maillol; Rorschach
Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;Chamado o "grande poeta universal do Brasil", Carlos Drummond de Andrade foi também cronista do time dos melhores. Nasceu em Itabira do Mato Dentro (MG), e, aos dezoito anos, começou a colaborar no jornal belo-horizontino Diário de Minas, ao mesmo tempo que se integrava ao movimento modernista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1934, onde escreveu a sua obra poética e aproximadamente seis mil crônicas. Morreu no Rio de Janeiro, em 17 de agosto de 1987.;diretor;Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
![-;-;-;-;Foi diversa/Farrampa [fanfarronada];-;-;Democracia ver livro Padre...;Um pouco de autobiografia;-;-;Talvez um gesto...;5 que no momento;-;-;-;-;Brasil-Portugal;-;Cusparação: cuspida de esguicho...;-;-;-;-;Descobri [comecei a pensar]...;-;-;Batizar o feijão...;-;A carga pesada do Brasil;-;And now, some jokes;-;A figura do sátiro em Rubem Fonseca (a propósito de Bufo e Spallanzani);Apaixonado por futebol;-;-;-;-;Soneto de luz e treva;-;O braço direito: dossiê (O jornal maçon diz...);-;-;Solum cum sola, nudum...;-;-;-;Olhos cheios. As pupilas ocupam...;-;-;A peregrinação saborosa de António Alçada;-;-;-;-;As tentações de Pasárgada;O tatu de Kipling;-;-;-;-;-;Sem rei nem roca [Aug. de A.]...;-;-;-;Pleonasmos. Não existe alto calão...;A posse de Otto;-;Arrastão;-;A história das casas de Maura/A vila Maurina/A casa da Glória/A casa da palavra;-;-;-;-;-;São Chiquinho Alegre...;-;-;-;Podia ser pior;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Só um pedido: andem ligeiro;Urnas milionárias;Barra poética;Gostando de ver...;Os conspiradores;Não é de hoje que...;Mário de Andrade;JK: boulevard Suchet...;O braço direito: dossiê (Padrinho de representar...);Poema;Desde o romantismo, passando pelo naturalismo...;A infância mestra da vida;A menina e a estrela;A sombra das palmeiras;A vida simples do imortal sem galões;Alceu, radiante espelho;As ciências modernas e os processos antigos;Bilhete a João;A boca do inferno;Bonitinha mas ordinária ou Otto Lara Resende - Um filme dionisíaco;O fariseu;O braço direito](https://acervos.ims.com.br/service.php/File/73965_ca_object_representations_media_586314_medium.jpg)