Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Otto Lara Resende (OLR)
Mario Quintana
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
26 de abril de 1982
Detalhes
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
26 de abril de 1982(Não)
Notícia de candidatura a Academia Brasileira de Letras. Pedido de apoio
29,8(altura) x 21,1(largura); 1(folhas)
Na primeira organização do arquivo, dada pelo IMS em 2005, esse documento integrou a subsérie Correspondência passiva com a notação C-CP-
Poeta que escreveu versos desde a infância, Mario Quintana nasceu em Alegrete (RS), em 30 de julho de 1906. Em 1924, começou a trabalhar na Livraria do Globo, em Porto Alegre, inicialmente na função de desempacotador de livros, anos depois como colaborador da Revista do Globo, e mais tarde, em 1934, estreou como tradutor na editora gaúcha. Ali foi o tradutor de autores como Proust e outros de peso equivalente, sem desdenhar dos escritores menores, que traduziu com dedicação. Em 1926, Quintana estreou com o conto “A sétima personagem”, publicado no Diário de Notícias, de Porto Alegre. No ano seguinte a revista carioca Para Todos, publicou um poema seu. Ainda no ano de 1934, iniciou colaboração, que se revelaria longa, no Correio do Povo, de Porto Alegre. Em 1940, publicou, pela Globo, seu primeiro livro: a coleção de 35 sonetos intitulada A roda dos cataventos. Com textos curtos e poéticos publicados na coluna “Do Caderno H”, iniciou, em 1945, colaboração na revista Província de São Pedro. Muitos textos nesse estilo seriam publicados ao longo de sua fiel colaboração no Correio do Povo. Em 1946, publicou o segundo livro de versos, Canções. A este livro se seguiu Sapato florido, de 1948, com prosa poética e alguns aforismos. Em 1950, publicou O aprendiz de feiticeiro, e no ano seguinte, Espelho mágico. Mario Quintana morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre.;Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
![-;-;-;-;Inveja e gratidão;-;Sei que estou passando...;-;-;-;-;-;As vozes arquivadas. Jornal de Verdade deixa seu telejornalismo no Museu da Imagem e do Som;-;Estou na idade...;O quinto cavaleiro do apocalipse;-;-;Uma cerimônia comemorativa... [Discurso de Afonso Arinos de Melo Franco];-;-;-;-;-;-;-;A volta do filho pródigo;-;-;-;A alegria;-;-;-;-;Aconteceu amanhã;-;Bloch conta;-;-;-;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Estricnina - alcaloide...);-;-;-;-;-;Águas inimigas;-;A boca do inferno;-;Como todo ano, o ano da graça de 1987...;-;-;[Claire e Clarice];-;O braço direito: dossiê (Rainha do abismo...);-;-;-;-;-;A editora Rocco está comemorando seu primeiro ano de atividades com estes grandes lançamentos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Ano bom, bom astral;-;-;Bula do egoísmo francês;1. A triste alegria...;-;Tom Sharpe/Wilt...;-;-;-;-;-;Ele chega atrasado...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Apólogo talássico;-;Maria diga por favor;-;-;A procura de um lugar no capitalismo. Com identidade e soberania;-;As confissões de Nelson Rodrigues (cap. CCXLIV);-;Fidel: um homem contra o continente;-;-;-;Notas para um poema sobre a tristeza;-;-;Em dezembro de 1938...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As pessoas;O braço direito;Apólogo brasileiro;Está na hora;Isso passa;É possível que algum leitor...;Todos os habitantes...;1º maio de 1922, 4 horas da manhã...;Rua do Matola;Beija-flor que entrou...;Qual a pior - a física ou a moral?...;Saracura. Arrematar saracura...;O braço direito: dossiê (Amigos: Niso e Euríalo...);Juízo final;L'oeil triste des philosophes...;Gaza lâmulas afetado...;Gato - beau gaillan...;Envelhecimento espalhafatoso...;Dekassegui - fenômeno da volta...;Intriga...;Vocês não sabem o que estão perdendo...;A chamada cultura de almanaque;A França e a visita do presidente;A nova dimensão da crise;A televisão e a abertura;Algemas e pássaros;Ausência de Merquior;Braço da direita invade casa de Otto Lara e só acha retratos na gaveta;Tal é o dia do batizado...;Verão;Um livro para desfazer boato;Asilo Santa Leopoldina/Num hotel da Lapa;A besta do apocalipse;Mãe preta;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-](https://acervos.ims.com.br/service.php/File/41850_ca_object_representations_media_586276_medium.jpg)