Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Otto Lara Resende (OLR)
Fernando Sabino
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
30 de maio de 1968
Detalhes
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
30 de maio de 1968(Não)
Referência ao aniversário de 50 anos de João Etienne Filho. Referência ao filme O homem nú. Referência a crise estudantil no Brasil e na França. Comentário sobre incêndio no colégio Caraça. Notícias sobre a vida pessoal
32,5(altura) x 21,9(largura); 2(folhas)
O homem nu, O braço direito, Bom tempo, A banda
Há nota de Otto Lara Resende: R. Na primeira organização do Arquivo Otto Lara Resende, dada pelo IMS em 2001, esse documento integrou a série Correspondência Passiva, com notação C-CP- Há pessoas cujo nome citado está parcialmente identificado: Adalija; Antunes; Bloch; Brito; Fiorentino; Ilka; Lelena; Lúcio; Manolo; Manzon; Regina; Sica; Walter.
diretor;Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;diretor;Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;Chamado por seus colegas de poeta da luz, o fotográfo piauiense José Medeiros gostava de se definir como um grande lambe-lambe. Mas seu trabalho, com imagens raramente posadas que mostravam uma realidade espontânea, ajudou a construir o fotojornalismo nacional e revolucionou a maneira de fotografar para a imprensa no Brasil. Suas maiores influências foram George Platty Nes, Walker Evans, Paul Strand, Berenice Abbot, Eugene Smith e Henri Cartier-Bresson. Nasceu em Teresina em 1921, filho mais velho do casal Zenaide e Francisco Medeiros, que tiveram mais um filho, o cenógrafo e figurinista Anísio Medeiros (1922 - 2003), e três filhas. A família veio para o Rio em 1939. Medeiros começou então a trabalhar como funcionário público nos Correios e no Departamento Nacional do Café. Montou um pequeno estúdio em sua casa onde fotografava artistas famosos como Cacilda Becker (1921 - 1969). Paralelamente, trabalhava como freelancer para as revistas Tabu e Rio. Nesta última, conheceu o fotógrafo francês Jean Manzon (1915 - 1990) que, em 1946, o levou para a revista O Cruzeiro, carro-chefe dos Diários Associados. Medeiros trabalhou na revista até 1961. Registrou o café society e as paisagens cariocas, tribos indígenas, eventos esportivos, religiosos e folclóricos, o carnaval, concursos de beleza e diversos outros aspectos da vida no Brasil. Fotografou também personalidades importantes das artes e da política como Arnaldo Jabor, Bob Hope, Cacilda Becker, Cândido Rondon, Cícero Dias, Dorival Caymmi, Eurico Gaspar Dutra, Evita, Getúlio Vargas, Graciliano Ramos, Grande Otelo, Gregório Bezerra, Harry Truman, Jorge Amado, Juscelino Kubitschek, Luís Carlos Prestes, Maria Della Costa, Millôr Fernandes, Oscar Niemeyer, Simone Signoret, Tom Jobim, Vinícius de Morais, Washington Luís e os irmãos Villas-Boas. Foi parceiro de diversos repórteres, dentre eles David Nasser (1917 - 1980), Franklin de Oliveira (1916 - 2000), Hélio Fernandes (1920 - ), José Amádio (1923 - 1992), Millôr Fernandes (1923 - 2012), Samuel Weiner (1910 - 1980), Arlindo Silva (1924 - 2011) e José Leal (1925 - 1977). Com este último formou uma das duplas famosas da revista. Alguns dos ensaios fotográficos mais significativos de Medeiros foram realizados em suas viagens pelo Brasil. Um deles, realizado na Bahia,documentava o ritual de iniciação das filhas de santo, e foi publicado na reportagem As noivas dos deuses sanguinários, em 15 de setembro de 1951. Em 1962, Medeiros fundou com os fotógrafos Flávio Damm (1928 - ) e Yedo Mendonça (1926 – 1978) a agência fotográfica Image, uma das primeiras do gênero no Brasil. Estreou no cinema, em 1965, assinando a fotografia de A falecida. Em 1977, ganhou o Prêmio de Fotografia do Festival de Gramado pelos filmes Aleluia Gretchen, de Sylvio Back; e O Seminarista, de Geraldo Santos Pereira. Em 27 de agosto de 1990, faleceu, vítima de infarto, em Áquila, na Itália, onde participava do Festival Ecológico Último Grito.
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
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