Título: O diabo no meio do rodamoinho
Detalhes
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Produção na imprensa > O diabo no meio do rodamoinho
Recorte de
O diabo no meio do rodamoinho
(Título)
Otto Lara Resende (Autoria)
20 de julho de 1980(Não)
Artigo
O Globo
; 1(folhas)
Itinerário de Pasárgada, Comício, Correio da Manhã, Diário Carioca, Diário de notícias, Flan, Folha de Minas, Liberdade, Literária, O Diário, O Jornal, Rede Tupi, Vanguarda Socialista, Voga
Na primeira organização do Arquivo Otto Lara Resende, dada pelo IMS em 2001, esse documento integrou a série Produção de Otto Lara Resende, com notação OLR-MP-POLR-1183, e encontrava-se no dossiê 1) "Otto Lara Resende/ artigos-1979-82" [O Globo]; 2) "Otto Lara Resende/ artigos de 1980". 1) Recortes arquivados pelo escritor em plásticos dentro de pasta (Cartonagem Imperial, Petrópolis, RJ). Para diferenciar o dossiê designamos como: "artigos 1979-82"[O Globo]; 2) Recortes arquivados pelo escritor em pasta fichário com a inscrição Artigos de 1980. Os documentos estavam grampeados em suporte de papel sulfite, a pesquisa retirou os grampos e descartou o suporte.
Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;embaixador;biógrafo, ensaísta, historiador e jornalista. Diretor da Fundação Casa de Rui Barbosa em 1985;Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;Escritora de estatura internacional, Clarice Lispector iniciou a carreira na imprensa como jornalista e repórter do jornal carioca A Noite. Nasceu na aldeia de Tchechelnik, na Ucrânia, em 10 de dezembro de 1920, mas, desde os cinco anos de idade, viveu no Brasil, para onde se mudou com a família em fuga da dominação comunista no país durante a guerra civil (1918-1921) que se seguiu à Revolução Bolchevique de 1917. Consagrada com uma das maiores ficcionistas brasileiras, escreveu também contos e crônica. Depois de romancista consagrada, voltaria à imprensa sob o pseudônimo de Helen Palmer e passou a conjugar literatura e jornalismo até o fim da vida. Clarice Lispector morreu no dia 9 de dezembro de 1977, na véspera de completar 57 anos, no Rio de Janeiro.;Última Hora
diretor
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;Escritora de estatura internacional, Clarice Lispector iniciou a carreira na imprensa como jornalista e repórter do jornal carioca A Noite. Nasceu na aldeia de Tchechelnik, na Ucrânia, em 10 de dezembro de 1920, mas, desde os cinco anos de idade, viveu no Brasil, para onde se mudou com a família em fuga da dominação comunista no país durante a guerra civil (1918-1921) que se seguiu à Revolução Bolchevique de 1917. Consagrada com uma das maiores ficcionistas brasileiras, escreveu também contos e crônica. Depois de romancista consagrada, voltaria à imprensa sob o pseudônimo de Helen Palmer e passou a conjugar literatura e jornalismo até o fim da vida. Clarice Lispector morreu no dia 9 de dezembro de 1977, na véspera de completar 57 anos, no Rio de Janeiro.;Última Hora
diretor
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
