Título: O "Fruto da dissonância cognitiva", de FhC, visto por VvG. (Vincent Van Gogh)
007MF07921.jpg
Millôr Fernandes
Millôr Fernandes
(Autoria)
Vincent Van Gogh
(A partir de)
(Autoria)
Vincent Van Gogh
(A partir de)
2002
Detalhes
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Millôr Fernandes
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Desenho
O "Fruto da dissonância cognitiva", de FhC, visto por VvG. (Vincent Van Gogh)
(Título original)
2002(Data de produção)
25 de agosto de 2002(Data de publicação)
Jornal do Brasil
Impressão a jato de tinta, nanquim e caneta esferográfica sobre papel
21,6(altura) x 27,9(largura)(suporte)
15,7(altura) x 22,2(largura)(mancha)
15,7(altura) x 22,2(largura)(mancha)
MET Museum. Sunflowers. Disponível em: https://www.metmuseum.org/art/collection/search/436524. Acesso em 12 de junho de 2023.
Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
Arquivo Millôr Fernandes / Acervo Instituto Moreira Salles
