Título: Millôr Fernandes
Detalhes
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Madalena Schwartz
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Millôr Fernandes
(Título atribuído)
Madalena Schwartz (Autoria)
1974(Data de produção)
O humorista, jornalista e teatrólogo Millôr Fernandes nasceu no Rio de Janeiro em 27 de maio de 1924. Estreou na imprensa em 1938 como assessor na revista O Cruzeiro, e nos anos seguintes foi colaborador de várias publicações, entre elas Veja, Isto É e O Pasquim. Lançou ainda diversos livros humorísticos, entre eles "Tempo e Contratempo", "Fábulas Fabulosas" e "Todo Homem é Minha Caça" e escreveu peças de teatro como "Uma Mulher em Três Atos" e "Liberdade, Liberdade" (esta, aliás, proibida pela censura em 1965). Millôr é considerado um dos grandes humoristas brasileiros contemporâneos.
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Negativo flexível - Triacetato
GELATINA/ Prata
P&B
Retrato individual, Interna, Retrato, Vertical, Diurna, Pessoas
www.itaucultural.org.br
Fotógrafa de origem húngara, Madalena Schwartz nasceu em 9 de outubro de 1923 e em 1934 imigrou com a família para Buenos Aires. Chegou ao Brasil em 1960 e viveu em São Paulo até falecer, em 1993. Começou a fotografar aos 45 anos e especializou-se em rostos, tanto de figuras conhecidas como de anônimos. Produziu mais de 16 mil imagens.;Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
Instituto Moreira Salles
