Título: Família Haebisch
Detalhes
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Alice Brill
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Família Haebisch
(Título atribuído)
Alice Brill (Autoria)
circa 1955(Data de produção)
1954 - 1956(Datas-limite)
Eva e Horst Haebisch com as filhas Lella e Tuetz. Os Haebisch chegaram ao Brasil em 1955. NA ocasião da fotografia, residiam em Santana, à rua Frei Vicente do Salvador, nº 117. Dr. Horst Haebisch, nascido em 19 de julho de 1913 e falecido em 17 de maio de 2005, era médico e docente em Fisiologia e Farmacologia na Universidade de São Paulo (USP). Dra. Eva Maria Augusta Boeckh Haebisch, nascida em 04 de julho de 1923, é médica e docente em Farmacologia. As filhas: Marlene "Lella" Haebisch, nascida em 2 de janeiro de 1945, é casada e vive na Suíça, em Bassersdorf, Zuerich; Eva Maria "Tuetz" Haebisch, nascida em 02 de junho de 1949, após casada adotou o sobrenome do marido e passou a se chamar Eva Maria von Rautenfeld, vive em SP, no bairro do Tremembé.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(dimensão total)
Interna, Retrato, Pessoas, Indumentária
Alice Brill nasceu em Colônia, na Alemanha, em 1920. Assim como outros alemães, sua família emigrou para o Brasil em 1934, com o intuito de escapar do regime nacional socialista de Hitler. Artista plástica, gravadora, ensaísta, fotógrafa, e ainda educadora, Alice dedicou sua vida a expressão artística. Seu primeiro contato com a arte foi através de Paulo Rossi Osir, que acabou se tornando seu primeiro mentor e mestre junto ao Grupo Santa Helena. Aprimora seu olhar artístico indo estudar por dois anos nos EUA, participando de cursos na University of New Mexico e também em The Art Students League, em Nova York. Ao retornar, a artista alemã continua seus estudos na PUC-SP, ao cursar a graduação e pós-graduação, obtendo os títulos de mestre pela faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, e de doutora, pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Como fotógrafa, é contratada para a revista Habitat, por onde faz uma reportagem importante sobre os índios Carajá da Ilha do Bananal, no Mato Grosso. A pedido de Pietro Maria Bardi, realiza um ensaio fotográfico sobre São Paulo e o interior do Estado. Ao longo de sua vida participou de diversas exposições, e teve suas fotografias apreciadas em muitos livros. Em 1988, publicou o livro Da Arte e da Linguagem, uma coletânea de artigos impressos no jornal O Estado de São Paulo. Dois anos depois, em 1990, publicou o seu premiado livro Samson Flexor - do figurativismo ao abstracionismo. Em 2005, além de participar da exposição São Paulo 450 anos: a imagem e a memória da cidade no acervo do Instituto Moreira Salles, em Poço de Caldas, recebe homenagem pelo conjunto de sua obra da Associação Brasileira dos críticos de Arte (ABCA). No mesmo ano, o IMS celebra os 85 anos da artista, promovendo uma exposição individual com imagens da fotógrafa apresentadas em diversos centros culturais do país.
Alice foi casada com Juljan Czapski, com quem teve os filhos Inês, Cláudio e Sílvia.
Alice foi casada com Juljan Czapski, com quem teve os filhos Inês, Cláudio e Sílvia.
Instituto Moreira Salles
