Título: Escultura em homenagem aos pracinhas das Três Armas, de Alfredo Ceschiatti
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Escultura em homenagem aos pracinhas das Três Armas, de Alfredo Ceschiatti
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
1962(Data de produção)
Uma foto da escultura em homenagem aos pracinhas, no Monumento aos Mortos da Segunda Guerra, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. De autoria do arquiteto e escultor Alfredo Ceschiatti, com cinco metros de altura, executada em homenagem às três Forças Armadas, representadas por um marinheiro, um soldado e um aviador. As obras do monumento iniciaram-se a 24 de julho de 1957 e foi inaugurada em 5 de agosto de 1960.
Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte, 1 de setembro de 1918 — 1989) foi escultor, desenhista e professor brasileiro. Fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes e ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (UnB). Ficou conhecido por criar obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer.
Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte, 1 de setembro de 1918 — 1989) foi escultor, desenhista e professor brasileiro. Fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes e ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (UnB). Ficou conhecido por criar obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Escultura, Arte, Estátuas e Monumentos, Aterro do Flamengo
Fonte: site do Monumento.
No Mundo Ilustrado de 22 de novembro de 1958, é mencionado que o monumento ficaria pronto em finais de 1959 e que teria uma escultura de Ceschiatti.
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=W00017&PagFis=14844
JB 7 de agosto de 1960 - entrega das chaves para o presidente JK.
No Mundo Ilustrado de 22 de novembro de 1958, é mencionado que o monumento ficaria pronto em finais de 1959 e que teria uma escultura de Ceschiatti.
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=W00017&PagFis=14844
JB 7 de agosto de 1960 - entrega das chaves para o presidente JK.
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
