Título: Mercado e Igreja de São Francisco de Assis
Detalhes
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Gilberto Ferrez
Gilberto Ferrez > NEGATIVOS DE VIDRO > 18x24 > Mercado e Igreja de São Francisco de Assis
Mercado e Igreja de São Francisco de Assis
(Título atribuído)
O Mercado e a Igreja de São Francisco de Assis, obra de Aleijadinho
(Título atribuído)
Marc Ferrez (Autoria)
circa 1885(Data de produção)
1880 - 1890(Datas-limite)
A Igreja de São Francisco de Assis é considerada um dos maiores símbolos do barroco mineiro, e tem como destaque obras do escultor Aleijadinho. Começou a ser construída em 1766, quando Ouro Preto era ainda uma vila e se beneficiava da grande quantidade de ouro extraído da região. Foi financiada pela Ordem Terceira de São Francisco de Assis, que contratou Aleijadinho (Manuel Francisco Lisboa) para fazer a planta geral da igreja, tribuna do altar-mor, altares laterais e algumas esculturas. O forro foi pintado por mestre Ataíde (Manuel da Costa Ataíde), que utilizou a técnica italiana "trompe l'oeil", que cria uma ilusão de ótica no espectador.
A Igreja de São Francisco de Assis é considerada um dos maiores símbolos do barroco mineiro, e tem como destaque obras do escultor Aleijadinho. Começou a ser construída em 1766, quando Ouro Preto era ainda um vila e se beneficiava da grande quantidade de ouro extraído da região. Foi financiada pela Ordem Terceira de São Francisco de Assis, que contratou Aleijadinho (na verdade Manuel Francisco Lisboa) para fazer a planta geral da igreja, tribuna do altar-mor, altares laterais e algumas esculturas. O forro foi pintado por mestre Ataíde (Manuel da Costa Ataíde), que utilizou a técnica italiana "trompe l'oeil", que cria uma ilusão de ótica no espectador.
A Igreja de São Francisco de Assis é considerada um dos maiores símbolos do barroco mineiro, e tem como destaque obras do escultor Aleijadinho. Começou a ser construída em 1766, quando Ouro Preto era ainda um vila e se beneficiava da grande quantidade de ouro extraído da região. Foi financiada pela Ordem Terceira de São Francisco de Assis, que contratou Aleijadinho (na verdade Manuel Francisco Lisboa) para fazer a planta geral da igreja, tribuna do altar-mor, altares laterais e algumas esculturas. O forro foi pintado por mestre Ataíde (Manuel da Costa Ataíde), que utilizou a técnica italiana "trompe l'oeil", que cria uma ilusão de ótica no espectador.
FERREZ, Gilberto. A fotografia no Brasil. Rio de Janeiro, 1953. Prancha 79. pág 126.
Publicada no livro "O Brasil de Marc Ferrez" - 2005 p. 248Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Publicada no livro "O Brasil de Marc Ferrez" - 2005 p. 248Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Negativo - Vidro
GELATINA/ Prata
P&B
18(altura) x 24(largura)(imagem/dimensão total)
Externa, Horizontal, Paisagem urbana, Diurna, Paisagem, Igrejas e capelas, Arquitetura, Aspectos urbanos, Animais, Igreja de São Francisco de Assis (Ouro Preto, MG), Igrejas
Caderno sem título (Inventário manuscrito de negativos e fotografias de Marc Ferrez), pg. 019 - "Catalogue des vues 18 x 24 (caixa) nº 58”;
Livro "FERREZ, Gilberto (org.). A fotografia no Brasil: 1840-1900. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1985, pág. 117".
FERREZ, Gilberto. A fotografia no Brasil. Rio de Janeiro, 1953. Prancha 79. pág 126.
Caderno sem título (Inventário manuscrito de negativos e fotografias de Marc Ferrez), pg. 019 - "Catalogue des vues 18 x 24 (caixa) nº 58”;
Livro "FERREZ, Gilberto (org.). A fotografia no Brasil: 1840-1900. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1985, pág. 117".
Livro "FERREZ, Gilberto (org.). A fotografia no Brasil: 1840-1900. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1985, pág. 117".
FERREZ, Gilberto. A fotografia no Brasil. Rio de Janeiro, 1953. Prancha 79. pág 126.
Caderno sem título (Inventário manuscrito de negativos e fotografias de Marc Ferrez), pg. 019 - "Catalogue des vues 18 x 24 (caixa) nº 58”;
Livro "FERREZ, Gilberto (org.). A fotografia no Brasil: 1840-1900. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1985, pág. 117".
Nascido em 1843 no Rio de Janeiro, Marc Ferrez, filho de franceses, registrou meio século de transformações ocorridas no país. Do Império à República retratou eventos históricos e projetos emblemáticos de reconhecimento do território e da modernização do país. Nas últimas duas décadas de sua vida experimentou a fotografia em cores e dedicou-se ao negócio do cinema, ao lado dos filhos, tornando-se um dos principais distribuidores e difusores da nova arte no Brasil. Após residir na França de 1915 a 1922, com um curto intervalo no Brasil em 1920, faleceu no Rio de Janeiro em 1923.
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Em domínio público
Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles
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