Título: Guerreiros
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Individualizados > Guerreiros
Guerreiros
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1956(Data de produção)
1951 - 1961(Datas-limite)
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Pessoas, Festas folclóricas, Festas populares, Indumentária, Externa, Diurna
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
Fundação Joaquim Nabuco - http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=875%3Aguerreiro-folguedo&catid=42%3Aletra-g&Itemid=
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
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