Título: O Palácio Imperial
Detalhes
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Gilberto Ferrez
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Le Palais Imperial
(Título original)
O Palácio Imperial
(Título atribuído)
Georges Leuzinger (Autoria)
circa 1870(Data de produção)
1865 - 1875(Datas-limite)
Quinta Imperial da Boa Vista - A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Posta à venda, a fazenda dividiu-se em chácaras. Uma destas colocava-se numa elevação de terreno às margens dos Rios Joana e Maracanã, de onde se desfrutava uma "boa vista". Quando D. João chegou ao Rio, comprou a propriedade e realizaram-se reformas, ampliações no interior, tornando-se realmente um palácio. Em 1816, o embaixador inglês, Duque de Northumberland, presenteou a residência real com o portão que é visto na foto e que hoje se encontra no Jardim Zoológico poucos metros abaixo. No reinado de Pedro II, tomou formas neoclássicas e teve o seu entorno ajardinado por Glaziou entre 1866 e 1876. A Quinta Imperial ficou de tal maneira bela, que levou Oliveira Viana a chamá-la de "Versalhes Tropical". Além de sua beleza e situação, que lhe deram ares de Versalhes, a Quinta tem importância histórica porque lá residiram um rei de Portugal, os dois imperadores e as três imperatrizes do Brasil. Lá também nasceram a futura rainha de Portugal, D. Maria da Glória (MariaII), e a Princesa Isabel, várias vezes regente, quase imperatriz. Com a República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
P&B
19,4(altura) x 24,2(largura)(imagem/dimensão total)
31,5(altura) x 41,3(largura)(dimensão total)
31,5(altura) x 41,3(largura)(dimensão total)
Externa, Horizontal, Diurna, Acidente Geográfico, Flora / Vegetação
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
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Em domínio público
Georges Leuzinger/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
