Título: Porto
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Porto
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1948(Data de produção)
1943 - 1953(Datas-limite)
O Porto de Maceió, ou de Jaraguá, está localizado na Área Leste da cidade, entre as praias de Pajuçara e Jaraguá. Em 16 de novembro de 1933 a União autorizou o governo do estado de Alagoas a construir e explorar comercialmente o porto. A execução do atual projeto teve início em 1935, a cargo da Companhia Geral de Obras e Construções S.A. - Geobra, ocorrendo a inauguração do cais em 20 de outubro de 1940. Porém, as operações começaram oficialmente em 23 de janeiro de 1942, quando houve o primeiro embarque de açúcar. Em 9 de agosto de 1963 a administração do porto foi transferida para o Governo Federal, através do Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis - DNPVN. Em 1975 o Governo Federal criou a Empresa de Portos do Brasil - PORTOBRAS, substituindo o DNPVN. Em 1990, é extinta a PORTOBRAS e o Porto de Maceió é vinculado a Companhia Docas do Rio Grande do Norte - CODERN - através de um convênio com a Secretaria de Transporte Nacional - STN - e o Departamento Nacional de Transporte Aquaviário - DNPH.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Pessoas, Trabalho, Fluvial / Marítimo, Transportes, Navio, Externa, Diurna, Porto de Maceió, Porto / Cais
http://www.portodemaceio.com.br/
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
