Título: Palafitas flutuantes
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Palafitas flutuantes
Palafitas flutuantes
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1944(Data de produção)
1944 - 1946(Datas-limite)
Essas construções são próprias para uma região regida por épocas de seca e cheia. As palafitas são casas muito simples feitas de madeira e erguidas à beira dos rios e igarapés sobre estacas. Já as casas flutuantes são construídas sobre toras de madeiras e adaptadas para boiar.
As casas dos ribeirinhos têm coberturas de palha, de influência indígena ou de telhas metálicas. Na maioria delas não há energia elétrica e nem saneamento básico. Em geral, as pessoas dormem em redes.
Na beira dos rios da Amazônia, além das casas dos ribeirinhos, também são encontradas palafitas e flutuantes onde funcionam postos de combustíveis, escolas e pequenos mercados que servem às populações locais.
As casas dos ribeirinhos têm coberturas de palha, de influência indígena ou de telhas metálicas. Na maioria delas não há energia elétrica e nem saneamento básico. Em geral, as pessoas dormem em redes.
Na beira dos rios da Amazônia, além das casas dos ribeirinhos, também são encontradas palafitas e flutuantes onde funcionam postos de combustíveis, escolas e pequenos mercados que servem às populações locais.
Fotografia publicada no livro "Marcel Gautherot Fotografias", por ocasião da exposição retrospectiva na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Livro: Brasília/Marcel Gautherot; organização de Sergio Burgi e Samuel Titan Jr. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2010.
Fotografia integrou a exposição Norte em 2009. Livro: Norte / Marcel Gautherot. Organização e apresentação de Milton Hatoum e Samuel Titan Jr.. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2009.
Livro: Brasília/Marcel Gautherot; organização de Sergio Burgi e Samuel Titan Jr. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2010.
Fotografia integrou a exposição Norte em 2009. Livro: Norte / Marcel Gautherot. Organização e apresentação de Milton Hatoum e Samuel Titan Jr.. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2009.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Casas e habitações, Externa, Diurna
http://www.amazoniaeterna.com.br/blog/2011/agosto/moradias
Diário de Pernambuco 24/08/1944 - http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=16570
Diário de Pernambuco 01/03/1947
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=25280
Diário de Pernambuco 24/08/1944 - http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=16570
Diário de Pernambuco 01/03/1947
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=25280
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
