Título: Cachoeira do Paredão
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Cachoeira do Paredão
Cachoeira do Paredão
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1956(Data de produção)
1951 - 1961(Datas-limite)
A nascente do rio Araguari está na Serra do Tumucumaque seguindo em direção ao Atlântico. Durante seu percurso forma 36 cachoeiras ao todo, entre elas a Cachoeira do Paredão, da Anta, do Arrependido, do Arrependidozinho, das Pedras, Mungubas e outras é famoso pelas pororocas.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
Cachoeira, Aspectos urbanos, Acidente Geográfico, Casas e habitações, Pontes
Bahia: Rio São Francisco, Recôncavo e Salvador. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Banco da Bahia, 1995, página 12
http://mochileiro.tur.br/riosap.htm
Diário de Pernambuco de 24 de agosto de 1944
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=16570
Diário de São Luiz de 19 de novembro de 1947
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093874&PagFis=8869
http://mochileiro.tur.br/riosap.htm
Diário de Pernambuco de 24 de agosto de 1944
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=16570
Diário de São Luiz de 19 de novembro de 1947
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093874&PagFis=8869
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
