Título: Exposição na primeira sede do Museu de Arte Moderna da Bahia
Detalhes
010BAMM21773.jpg
Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Individualizados > Exposição na primeira sede do Museu de Arte Moderna da Bahia
Exposição na primeira sede do Museu de Arte Moderna da Bahia
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1961(Data de produção)
1960 - 1963(Datas-limite)
No início de 1959, o crítico e diretor do Museu do Estado José Valadares incentivou a formação de uma comissão para tratar da criação do MAM-BA. O Solar do Unhão, patrimônio do século XVII de Gabriel Soares que abriga o MAM-BA desde 1963, foi restaurado em 1959 por Lina Bo Bardi. Criado legalmente neste ano, a instituição teve sua inauguração com duas exposições no foyer do Teatro Castro Alves, sua sede provisória, em 6 de janeiro de 1960, no dia da Festa de Reis.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Pintura, Exposição, Arte, Interna, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Castro Alves, Teatro
http://mambahia.com/
http://www.jamnomam.com.br/index.php/mam
http://www.jamnomam.com.br/index.php/mam
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Solicitar imagem junto ao detentor dos direitos indicado no Copyright
