Título: Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Segunda-Feira Gorda da Ribeira
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1944(Data de produção)
1939 - 1946(Datas-limite)
Tradição na cidade de Salvador, a chamada "Segunda-feira Gorda da Ribeira" antecede os festejos carnavelescos na cidade. Após o domingo, as barracas que estavam na festa do Bonfim são transferidas para a Ribeira, dando origem à festa. Esse evento se desenvolve em clima carnavalesco. Com uma vista privilegiada para o mar que se estende por toda a orla do bucólico bairro da Ribeira, na Cidade Baixa, milhares de barracas comercializam bebidas e comidas típicas e fazem a alegria dos presentes, em plena segunda-feira, regada a muita música, batucada e apresentações folclóricas. A festa do bonfim acontece no segundo domingo depois do Dia de Reis.
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Pessoas, Feira, Manifestações / Festas Populares, Indumentária, Externa, Diurna, Ribeira
http://www.tribunadabahia.com.br/2015/01/22/bairro-da-ribeira-um-dos-melhores-points-de-lazer-em-salvador-2
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
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