Título: Praça dos Cristais, projetada por Roberto Burle Marx
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Praça dos Cristais, projetada por Roberto Burle Marx
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1973(Data de produção)
1968 - 1978(Datas-limite)
A Praça Cívica, popularmente conhecida como Praça dos Cristais, foi projetada por Roberto Burle Marx. Está localizada em Brasília, no Setor Militar Urbano, tendo sida inaugurada em 1970, após 5 anos de construção. É um jardim construído na forma de um triângulo de 102 mil metros quadrados.
A Praça dos Cristais é assim chamada porque durante a construção, iniciada em 1965, Burle Max e seu assistente o Sr. Haruyoshi Ono, arquiteto, paisagista e atual diretor responsável pelo escritório Burle Max & CIA LTDA, realizaram uma viagem para Cristalina, onde encontraram muitos cristais de rocha. Na oportunidade, Roberto Burle Marx solicitou que o Sr. Haruyoshi desenhasse as peças existentes hoje, para o espelho d'água principal, representando assim as riquezas existentes no Planalto Central.
A Praça dos Cristais é assim chamada porque durante a construção, iniciada em 1965, Burle Max e seu assistente o Sr. Haruyoshi Ono, arquiteto, paisagista e atual diretor responsável pelo escritório Burle Max & CIA LTDA, realizaram uma viagem para Cristalina, onde encontraram muitos cristais de rocha. Na oportunidade, Roberto Burle Marx solicitou que o Sr. Haruyoshi desenhasse as peças existentes hoje, para o espelho d'água principal, representando assim as riquezas existentes no Planalto Central.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Paisagismo, Flora / Vegetação, Externa, Diurna
Imagem não consta em folha de contato, somente em negativo.
Site da Prefeitura Militar de Brasília - http://www.pmb.eb.mil.br/pdc/memoria.html
Burle Marx, Vera Beatriz Siqueira, 2001- Cosac & Naify,
Roberto Burle Marx e a nova visão da Paisagem
Burle Marx, Vera Beatriz Siqueira, 2001- Cosac & Naify,
Roberto Burle Marx e a nova visão da Paisagem
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
