Título: Museu Histórico de Brasil e o Palácio do Planalto e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
Título: Museu Histórico de Brasil e o Palácio do Planalto e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Museu Histórico de Brasil e o Palácio do Planalto e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
Museu Histórico de Brasil e o Palácio do Planalto e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1968(Data de produção)
1963 - 1973(Datas-limite)
Museu Histórico de Brasília foi projetado por Oscar Niemeyer com o objetivo de preservar os trabalhos relativos à história da construção de Brasília. É o museu mais antigo da capital, foi inaugurado no dia 21 de abril de 1960 – mesmo dia da inauguração da cidade e representa um marco histórico, pois a inauguração representou a transferência oficial da Capital do RJ para Brasília. Possui uma exposição permanente com inscrições históricas também transcritas em Braille e inglês. Integra o Conjunto Cultural Três Poderes.
O Palácio do Planalto, inaugurado em 21de Abril de 1960, abriga a sede do Poder Executivo do governo brasileiro. Está localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília e, assim como os demais edifícios públicos da cidade, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1956. Pussui quatro andares, no térreo, estão os serviços de recepção e portaria; no primeiro andar estão as salas nobres de audiências e salões de banquetes; no segundo, fica o gabinete do Presidente da República; e no terceiro, os gabinetes Civil e Militar. Seu acesso é feito pela famosa rampa.
O Pombal, escultura bem humorada, em formato de pregador de roupa, encomenda por dona Eloá, mulher do ex-Presidente Jânio Quadros, e criada por Oscar Niemeyer, tem 10 metros de altura e é feita de concreto aparente. Está localizada na Praça dos Três Poderes.
O Palácio do Planalto, inaugurado em 21de Abril de 1960, abriga a sede do Poder Executivo do governo brasileiro. Está localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília e, assim como os demais edifícios públicos da cidade, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1956. Pussui quatro andares, no térreo, estão os serviços de recepção e portaria; no primeiro andar estão as salas nobres de audiências e salões de banquetes; no segundo, fica o gabinete do Presidente da República; e no terceiro, os gabinetes Civil e Militar. Seu acesso é feito pela famosa rampa.
O Pombal, escultura bem humorada, em formato de pregador de roupa, encomenda por dona Eloá, mulher do ex-Presidente Jânio Quadros, e criada por Oscar Niemeyer, tem 10 metros de altura e é feita de concreto aparente. Está localizada na Praça dos Três Poderes.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Arquitetura Moderna, Escultura, Arquitetura, Arte, Externa, Diurna, Museu Histórico de Brasília, Palácio do Planalto
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
As construções de Brasília, IMS, 2010
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
