Título: Palácio da Justiça
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Palácio da Justiça
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1972(Data de produção)
1972 - 1975(Datas-limite)
Foi inaugurado em 3 de julho de 1972. De autoria de Niemeyer, o palácio assemelha-se ao do Ministério das Relações Exteriores e ao Itamaraty, por causa dos seus arcos. Além do espelho d’água, cascatas artificiais correm por calhas de concreto e são a atração da fachada principal. Recentemente, passou a ser conhecido como Palácio Raimundo Faoro.
O Palácio da Justiça é a sede do Ministério da Justiça. Possui estrutura gótica e moderna, com a exploração do concreto e do aço. A fachada do edifício é formada por lajes curvas entre arcos com cascatas artificiais, um olho d’água e dois painéis artísticos embutidos na parede. O Palácio é localizado na Ala Norte da Esplanada dos Ministérios, próximo ao Congresso Nacional. Não há programas para visitação Internas no edifício, mas é possível apreciar a beleza de sua fachada à caminho do Congresso Nacional ou da Praça dos Três Poderes. Os jardins são de Burle Marx. A pedra fundamental foi lançada em 5 de maio de 1962. Em1963, foi feita a sondagem de reconhecimento do solo e entre esse ano e 12 de outubro de 1965, quando as fundações do prédio foram executadas, aconteceu pouca coisa. Foi entre maio de 1966 e dezembro de 1969 que as obras realmente aconteceram, até a inauguração do Palácio da Justiça em 3 de julho de 1972.
O Palácio da Justiça é a sede do Ministério da Justiça. Possui estrutura gótica e moderna, com a exploração do concreto e do aço. A fachada do edifício é formada por lajes curvas entre arcos com cascatas artificiais, um olho d’água e dois painéis artísticos embutidos na parede. O Palácio é localizado na Ala Norte da Esplanada dos Ministérios, próximo ao Congresso Nacional. Não há programas para visitação Internas no edifício, mas é possível apreciar a beleza de sua fachada à caminho do Congresso Nacional ou da Praça dos Três Poderes. Os jardins são de Burle Marx. A pedra fundamental foi lançada em 5 de maio de 1962. Em1963, foi feita a sondagem de reconhecimento do solo e entre esse ano e 12 de outubro de 1965, quando as fundações do prédio foram executadas, aconteceu pouca coisa. Foi entre maio de 1966 e dezembro de 1969 que as obras realmente aconteceram, até a inauguração do Palácio da Justiça em 3 de julho de 1972.
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Arquitetura Moderna, Arquitetura, Externa, Paisagem, Diurna, Praça dos Três Poderes, Palácio da Justiça
http://www.soubrasilia.com/brasilia/palacio-da-justica/
http://www.brasiliapatrimoniodahumanidade.df.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=24&Itemid=14
file:///C:/Users/fotografia/Downloads/Dissert_Andre%20Luis%20Andrade.pdf
repositorio.unb.br/bitstream/.../3/Dissert_Andre%20Luis%20Andrade.pdf
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
http://www.brasiliapatrimoniodahumanidade.df.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=24&Itemid=14
file:///C:/Users/fotografia/Downloads/Dissert_Andre%20Luis%20Andrade.pdf
repositorio.unb.br/bitstream/.../3/Dissert_Andre%20Luis%20Andrade.pdf
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
