Título: "Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi, em frente ao Palácio do Planalto
Título: "Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi, em frente ao Palácio do Planalto
Detalhes
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Marcel Gautherot
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"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi, em frente ao Palácio do Planalto
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1960(Data de produção)
1960 - 1961(Datas-limite)
Esta obra, também conhecida como "Os Candangos", é uma homenagem aos operários que trabalharam na construção de Brasília. É uma escultura de Bruno Giorgi, datada de 1959, em bronze, com 8 metros de altura e é considerada um dos símbolos da cidade. Foi restaurada em 1987 por Zeno Zani. Os Candangos, escultura de Bruno Giorgi, feita de bronze, encontra-se na Praça dos Três Poderes
Bruno Giorgi (1905-1993) nasceu em 1905, em Mococa, São Paulo. Foi para Roma, com sua família, em 1911. No começo da década de 20, estudou desenho e escultura. Ele é conhecido como um dos mais importantes escultores do País. Foi extraditado da Itália para o Brasil, em 1935, após cumprir quatro anos de pena por conspiração contra o regime fascista. Em 1937, em Paris, freqüentou as academias La Grande Chaumière e Ranson. A convite do ministro Gustavo Capanema, em 1943, trabalhou para o Rio de Janeiro e instalou ateliê na Praia Vermelha. Dos monumentos públicos de sua autoria destacam-se Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na Praça Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
O Palácio do Planalto é a sede do Poder Executivo Federal, local onde está o Gabinete Presidencial do Brasil.Está situado na Praça dos Três Poderes em Brasília e foi um dos primeiros edifícios construídos na nova capital. A inauguração do Palácio do Planalto, em 21 de abril de 1960, foi o centro das comemorações da inauguração de Brasília e marca a história brasileira por simbolizar a transferência da Capital Federal para o centro do País, promovida no Governo do Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. A construção do prédio começou em 10 de julho de 1958 e, em fevereiro de 1959, a primeira laje já estava construida. Até sua conclusão, a sede do Poder Executivo Federal funcionou no Palácio do Catetinho; um sobrado em madeira, inaugurado em 31 de outubro de 1956, nos arredores de Brasília.O projeto do Palácio do Planalto, de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer, impressiona pela pureza de suas linhas com predomínio dos traços horizontais e efeito plástico requintado.
Bruno Giorgi (1905-1993) nasceu em 1905, em Mococa, São Paulo. Foi para Roma, com sua família, em 1911. No começo da década de 20, estudou desenho e escultura. Ele é conhecido como um dos mais importantes escultores do País. Foi extraditado da Itália para o Brasil, em 1935, após cumprir quatro anos de pena por conspiração contra o regime fascista. Em 1937, em Paris, freqüentou as academias La Grande Chaumière e Ranson. A convite do ministro Gustavo Capanema, em 1943, trabalhou para o Rio de Janeiro e instalou ateliê na Praia Vermelha. Dos monumentos públicos de sua autoria destacam-se Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na Praça Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
O Palácio do Planalto é a sede do Poder Executivo Federal, local onde está o Gabinete Presidencial do Brasil.Está situado na Praça dos Três Poderes em Brasília e foi um dos primeiros edifícios construídos na nova capital. A inauguração do Palácio do Planalto, em 21 de abril de 1960, foi o centro das comemorações da inauguração de Brasília e marca a história brasileira por simbolizar a transferência da Capital Federal para o centro do País, promovida no Governo do Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. A construção do prédio começou em 10 de julho de 1958 e, em fevereiro de 1959, a primeira laje já estava construida. Até sua conclusão, a sede do Poder Executivo Federal funcionou no Palácio do Catetinho; um sobrado em madeira, inaugurado em 31 de outubro de 1956, nos arredores de Brasília.O projeto do Palácio do Planalto, de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer, impressiona pela pureza de suas linhas com predomínio dos traços horizontais e efeito plástico requintado.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Arquitetura Moderna, Escultura, Arquitetura, Arte, Externa, Diurna, Palácio do Planalto
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8920/bruno-giorgi
As construções de Brasília, IMS, 2010
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8920/bruno-giorgi
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
