Title: Rainha Elizabeth II discursa na recepção em sua homenagem. À esquerda da rainha, o vice-presidente Pedro Aleixo. À direita, o presidente do Brasil, Arthur da Costa e Silva, e a primeira-dama, Dona Iolanda
Title: Rainha Elizabeth II discursa na recepção em sua homenagem. À esquerda da rainha, o vice-presidente Pedro Aleixo. À direita, o presidente do Brasil, Arthur da Costa e Silva, e a primeira-dama, Dona Iolanda
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Marcel Gautherot
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Rainha Elizabeth II discursa na recepção em sua homenagem. À esquerda da rainha, o vice-presidente Pedro Aleixo. À direita, o presidente do Brasil, Arthur da Costa e Silva, e a primeira-dama, Dona Iolanda
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
5 de novembro de 1968(Data de produção)
A decoração da recepção à Rainha Elizabeth II da Inglaterra no Palácio do Itamaraty foi feita por Roberto Burle Marx. Tapeçaria de Burle Marx ao fundo. A Rainha Elizabeth entre o vice-presidente do Brasil, Pedro Aleixo, e o presidente, marechal Costa e Silva, ao lado da primeira-dama, dona Iolanda.
O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa.
O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Arquitetura Moderna, Eventos sociais / artísticos, Eventos / Cerimônias, Arquitetura, Arte, Palácio dos Arcos - Itamaraty
file:///C:/Users/fotografia/Downloads/Dissert_Andre%20Luis%20Andrade.pdf JB - 6/11/1968 - http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=030015_08&PagFis=124469
A estrutura do Palácio da Justiça em Brasília - trabalho de André Luis Andrade Moreira da UNB
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
A estrutura do Palácio da Justiça em Brasília - trabalho de André Luis Andrade Moreira da UNB
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
