Título: Ginásio Nilson Nelson
Detalhes
010DFVG28070.jpg
Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Individualizados > Ginásio Nilson Nelson
Ginásio Nilson Nelson
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1973(Data de produção)
1973 - 1975(Datas-limite)
O ginásio Nilson Nélson foi inaugurado em 21 de abril de 1973, com capacidade para 24.000 espectadores. Seu primeiro evento foi o 1º campeonato internacional de Futebol. O Presidente Médici, que originalmente dava nome ao ginásio, estava presente na tribuna de honra.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Arquitetura Moderna, Esportes, Arquitetura, Externa, Diurna
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
http://sites.correioweb.com.br/app/noticia/encontro/revista/2014/04/29/interna_revista,1042/o-nome-da-historia.shtml
As construções de Brasília, IMS, 2010
http://sites.correioweb.com.br/app/noticia/encontro/revista/2014/04/29/interna_revista,1042/o-nome-da-historia.shtml
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
