Título: Marcel Gautherot documentando carrancas de proa em barcos do rio São Francisco
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Marcel Gautherot documentando carrancas de proa em barcos do rio São Francisco
(Título atribuído)
Pierre Verger (Autoria)
1946(Data de produção)
As fotografias feitas no rio São Francisco por Gautherot, que incluem um ensaio sobre a arte das carrancas, foi parcialmente publicado em 1947, com grande repercussão, na revista O Cruzeiro.
Exposição: Marcel Gautherot - Brasil: tradição, invenção. Paço Imperial - RJ, 2017.
Livro "Marcel Gautherot Fotografias", publicado por ocasião de exposição retrospectiva na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Exposição: "Brésil Tradition Invention", retrospectiva realizada na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Livro: O Olho fotográfico, Marcel Gautherot e seu tempo. Textos de Heliana Angotti Salgueiro, Lygia Segala e Olivier Lugon. São Paulo: FAAP, 2007, 408 p., ilust. Edição bilíngüe português-inglês.
Livro "Marcel Gautherot Fotografias", publicado por ocasião de exposição retrospectiva na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Exposição: "Brésil Tradition Invention", retrospectiva realizada na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Livro: O Olho fotográfico, Marcel Gautherot e seu tempo. Textos de Heliana Angotti Salgueiro, Lygia Segala e Olivier Lugon. São Paulo: FAAP, 2007, 408 p., ilust. Edição bilíngüe português-inglês.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Trabalho, Fotógrafo, Externa, Diurna, Rio São Francisco
Data fornecida pela Fundação Pierre Verger.
Diário de Pernambuco de 1 de março de 1947 - http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=25280
Diário de Pernambuco de 1 de março de 1947 - http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=25280
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos de imagem do(s) retratado(s)
