Título: Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
1948(Data de produção)
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Pessoas, Povos Indígenas, Povo Karajá, Arte, Artesanato, Mulher, Externa, Diurna
O estado de Tocantins foi criado em 1988, até então a Ilha do Bananal pertencia ao estado de Goiás.
https://www.anpocs.com/index.php/papers-40-encontro-3/gt-31/gt20-27/11286-transbananal-um-projeto-desenvolvimentista-em-constante-ameaca/file#:~:text=Ilha%20do%20Bananal%3A%20um%20territ%C3%B3rio%20de%20disputas&text=O%20territ%C3%B3rio%20ocupado%20pela%20Ilha,Pium%20e%20Lagoa%20da%20Confus%C3%A3o.
Módulo março de 1955 - Matéria sobre bonecas Carajás / karajás .http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=006173&PagFis=32
Marcel Gautherot na revista Módulo - ensaios fotográficos, imagens do Brasil: da cultura material e imaterial à arquitetura1
Marcel Gautherot on Módulo Magazine - Heliana Angotti-Salgueiro 2 - http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-47142014000100011&script=sci_arttext
Módulo março de 1955 - Matéria sobre bonecas Carajás / karajás .http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=006173&PagFis=32
Marcel Gautherot na revista Módulo - ensaios fotográficos, imagens do Brasil: da cultura material e imaterial à arquitetura1
Marcel Gautherot on Módulo Magazine - Heliana Angotti-Salgueiro 2 - http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-47142014000100011&script=sci_arttext
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
