Título: Basílica do Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, interior
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Basílica do Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, interior
Basílica do Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, interior
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1957(Data de produção)
1956 - 1957(Datas-limite)
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985. Na parte interna, a igreja abriga relicários também talhados por Aleijadinho, rica decoração rococó e pintura do teto assinada por Mestre Ataíde. Anexa fica a sala de ex-votos, transformada em museu.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Escultura, Igrejas e capelas, Arte, Arte Sacra, Interna
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
http://www.santuariodematosinhos.com.br/
http://200.144.182.66/aleijadinho/santuariobomjesus/
The 12 Prophets of Antonio Francisco Lisboa "O Aleijadinho", MEC, 1958
O Aleijadinho e sua oficina, Capivara, 2008
http://200.144.182.66/aleijadinho/santuariobomjesus/
The 12 Prophets of Antonio Francisco Lisboa "O Aleijadinho", MEC, 1958
O Aleijadinho e sua oficina, Capivara, 2008
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
