Título: Ouro Preto, detalhe do altar mor da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias
Título: Ouro Preto, detalhe do altar mor da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Ouro Preto, detalhe do altar mor da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias
Ouro Preto, detalhe do altar mor da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1959(Data de produção)
1959 - 1960(Datas-limite)
A cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, fundada em 1711, foi o primeiro local no Brasil a ser considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, título que recebeu em 1980. O primeiro nome da cidade foi Vila Rica e depois passou a ser chamar Vila Rica de Albuquerque e Vila Rica de NOssa Senhora do Pilar. A denominação Ouro Preto foi adotada em 20 de maio de 1823, quando foi elevada a cidade. O nome vem do ouro escuro, recoberto com uma camada de óxido de ferro, encontrado na cidade.
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias é uma das mais antigas paróquias de Minas Gerais, de 1707. É lá que está enterrado o escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijandinho (1730 - 1814)
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias é uma das mais antigas paróquias de Minas Gerais, de 1707. É lá que está enterrado o escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijandinho (1730 - 1814)
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Escultura, Igrejas e capelas, Arte, Arte Sacra
http://www.ouropreto.com.br/dados-gerais
https://www.youtube.com/watch?v=z4ZlIRfH_i8
http://www.museualeijadinho.com.br/?op=conteudo&id=48&menuId=90
https://www.youtube.com/watch?v=z4ZlIRfH_i8
http://www.museualeijadinho.com.br/?op=conteudo&id=48&menuId=90
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
