Título: Mario e a poesia agora
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Ana Cristina Cesar (ACC)
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Recorte sobre
Mario e a poesia agora
(Título)
Italo Moriconi (Autoria)
28 de março de 1987
Artigo
Jornal do Brasil, seção: Ideias, coluna: Revisão
; 1(folhas)
A escola das facas, Sentimento do mundo, Claro enigma, Figuração da intimidade, Remate de males, Lira paulistana, A escrava que não é Isaura, ABC da literatura
Possui ilustração: caricatura de Mário de Andrade, de autoria de [Lizemati]. Na primeira organização do Arquivo Ana Cristina Cesar, dada pelo IMS em 2002, registrada em base Access, esse documento integrou a série Matéria extraída de publicação com a notação ACC-MP-POA-315.
Poeta que priorizou a paixão na vida e na obra, seu trabalho repercutiu internacionalmente desde o início da carreira, quando lançou Paranoia (1963), ocasião em que André Breton declarou ser a poesia do brasileiro a primeira expressão delirante em língua portuguesa. Nasceu em 25 de setembro de 1937, em São Paulo (SP), onde colaborou em vários jornais da imprensa alternativa de sua época. Morreu em São Paulo (SP), em 3 de julho de 2010.;Poeta de privilegiada consciência crítica, Ana Cristina Cesar destacou-se na década de 1970 por uma poesia intimista marcada pela coloquialidade. Nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 2 de junho de 1952 e cursou Letras na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC). Incluída na antologia 26 poetas hoje, organizada por Heloisa Buarque de Hollanda em 1975, fez parte da geração de intérpretes de uma liberdade estética incomum que aproximou leitor e poesia por meio de informalidade e aparente improviso. Ana Cristina Cesar morreu no Rio de Janeiro, em 29 de outubro de 1983.;Chamado o "grande poeta universal do Brasil", Carlos Drummond de Andrade foi também cronista do time dos melhores. Nasceu em Itabira do Mato Dentro (MG), e, aos dezoito anos, começou a colaborar no jornal belo-horizontino Diário de Minas, ao mesmo tempo que se integrava ao movimento modernista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1934, onde escreveu a sua obra poética e aproximadamente seis mil crônicas. Morreu no Rio de Janeiro, em 17 de agosto de 1987.
O Arquivo Ana Cristina Cesar chegou ao Instituto Moreira Salles em 1999. Conserva numerosos cadernos com anotações diversas, rascunhos de poemas, traduções, notas de leitura, de reflexões e observações gerais, além de outros originais da autora. Contém correspondência, desenhos, fotografias, recortes de jornal e de revista.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
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