Título: Profeta Jonas
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Profeta Jonas
Profeta Jonas
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1947(Data de produção)
1946 - 1947(Datas-limite)
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985.
O profeta Jonas é filho de Amitai, da tribo de Zebulão, de Israel – viveu no norte daquela região na época de Jérobam II. Teve como missão admoestar os habitantes da capital da Assíria, Nínive, para que se arrependessem de suas crueldades, porém sem sucesso. Naum, posteriormente previu sua destruição. Jonas ao sentir que seria morto, fugiu para Tarsis e durante uma tempestade no mar foi engolido por uma baleia e lá permaneceu por três dias e três noites. A ele é atribuído os escritos do livro de Jonas do Antigo Testamento datado de 585 a.C.
O profeta Jonas é filho de Amitai, da tribo de Zebulão, de Israel – viveu no norte daquela região na época de Jérobam II. Teve como missão admoestar os habitantes da capital da Assíria, Nínive, para que se arrependessem de suas crueldades, porém sem sucesso. Naum, posteriormente previu sua destruição. Jonas ao sentir que seria morto, fugiu para Tarsis e durante uma tempestade no mar foi engolido por uma baleia e lá permaneceu por três dias e três noites. A ele é atribuído os escritos do livro de Jonas do Antigo Testamento datado de 585 a.C.
Exposição: Marcel Gautherot - Brasil: tradição, invenção. Paço Imperial - RJ, 2017.
Livro "Marcel Gautherot Fotografias", publicado por ocasião de exposição retrospectiva na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Exposição: "Brésil Tradition Invention", retrospectiva realizada na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Livro: Paisagem moral: Congonhas do Campo, 1942-1950 / Marcel Gautherot; com um poema de Francisco Alvim. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2009.
Livro "Marcel Gautherot Fotografias", publicado por ocasião de exposição retrospectiva na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Exposição: "Brésil Tradition Invention", retrospectiva realizada na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Livro: Paisagem moral: Congonhas do Campo, 1942-1950 / Marcel Gautherot; com um poema de Francisco Alvim. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2009.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Escultura, Igrejas e capelas, Estátuas e Monumentos, Arte, Arte Sacra, Externa, Detalhe, Diurna
http://www.santuariodematosinhos.com.br/
http://200.144.182.66/aleijadinho/santuariobomjesus/
The 12 Prophets of Antonio Francisco Lisboa "O Aleijadinho", MEC, 1958
http://200.144.182.66/aleijadinho/santuariobomjesus/
The 12 Prophets of Antonio Francisco Lisboa "O Aleijadinho", MEC, 1958
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
