Título: Via Crucis, Passos da Paixão, esculturas de Aleijadinho, Cristo do Passo da Cruz às costas
Título: Via Crucis, Passos da Paixão, esculturas de Aleijadinho, Cristo do Passo da Cruz às costas
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Via Crucis, Passos da Paixão, esculturas de Aleijadinho, Cristo do Passo da Cruz às costas
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1947(Data de produção)
1942 - 1947(Datas-limite)
O escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814), maior artista do barroco brasileiro foi o autor dos Passos da Paixão de Cristo, em Congonhas, Minas Gerais. Entre 1796 e 1799, ele executou, ao lado dos ajudantes de seu ateliê, as 66 figuras em cedro instaladas em grupos: ceia, horto, prisão, flagelação, coroação de espinhos, cruz às costas e crucificação. Também trabalharam na obra os pintores Manuel da Costa Ataíde e Francisco Xavier Carneiro. O primeiro cuidou das policromias das imagens da ceia, flagelação e crucificação e o outro do restante das peças, trabalho só finalizado em 1819.
Cristo do Passo da Cruz-ás-costas.
Cristo do Passo da Cruz-ás-costas.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Escultura, Arte, Arte Sacra, Interna, Detalhe, Santuário de Congonhas do Campo
Passos da Paixão, Edições Alumbramento, 1984
O Aleijadiinho e sua oficina, Capivara, 2008
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2013/03/30/interna_gerais,365039/obra-de-aleijadinho-conta-historia-da-paixao-de-cristo-em-congonhas.shtml
http://camaracongonhas.mg.gov.br/pagina.asp?area=3&secao=23&site=1&tp=1
O Aleijadiinho e sua oficina, Capivara, 2008
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2013/03/30/interna_gerais,365039/obra-de-aleijadinho-conta-historia-da-paixao-de-cristo-em-congonhas.shtml
http://camaracongonhas.mg.gov.br/pagina.asp?area=3&secao=23&site=1&tp=1
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
