Título: Igreja de São Francisco de Assis
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Igreja de São Francisco de Assis
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1970(Data de produção)
1968 - 1975(Datas-limite)
O projeto da portada da Igreja de São Francisco de Assis de pedra-sabão é atribuído a Aleijadinho, mas teria sido modificado e executado por Francisco de Lima Cerqueira, outro grande artista da época. O interior é rico em detalhes barrocos e rococós, como o lustre de cristais Baccarat no altar-mor e as colunas curvilíneas que adornam os oratórios e púlpitos laterais. No cemitério, ao fundo, fica o túmulo do ex-presidente Tancredo Neves.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Igrejas e capelas, Arquitetura, Arte, Arte Sacra, Externa, Diurna, Igreja de São Francisco de Assis (São João Del Rei, MG), Igrejas
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-mg-sao-joao-del-rei-atracao-igreja-sao-francisco-de-assis
http://www.sjdr.com.br/historia/igrejas_monumentos/sf/indice.html
http://www.sjdr.com.br/historia/igrejas_monumentos/sf/indice.html
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
