Título: Série Caranguejeiras
Detalhes
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Maureen Bisilliat
Maureen Bisilliat > Série Caranguejeiras
Série Caranguejeiras
(Título atribuído)
Maureen Bisilliat (Autoria)
1968(Data de produção)
Fotografia integra conjunto realizado em julho de 1968, quando Maureen Bisilliat e o jornalista Audálio Dantas viajaram para a cidade paraibana de Livramento. Influenciados pelo filme “Os homens do caranguejo” (1968), de Ipojuca Pontes, tinham como objetivo produzir uma reportagem para a revista Realidade, periódico com o qual Maureen passou a colaborar naquele mesmo ano. Intitulada “Povo Caranguejo”, a matéria foi publicada na edição de março de 1970 com texto de Audálio Dantas e fotografias de Maureen de Bisilliat, tinha como tema central a rotina dos catadores e catadoras de caranguejo locais. Posteriormente, foi lançado “O Cão sem plumas” (1984), fotolivro com imagens selecionadas da série em diálogo com o poema homônimo de João Cabral de Melo Neto.
Diapositivo flexível
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Diurna, Casas e habitações
Dossiê biográfico de Maureen Bisilliat de autoria da pesquisadora Andrea Wanderley.
Filme: "Equivalencias: aprender vivendo" (2019)
Livro: Bisilliat, Maureen. “Fotografias”. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2009.
Livro: Bisilliat, Maureen. ; “O cão sem plumas”. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
Revista: Realidade. Editora Abril, março de 1970. http://memoria.bn.br/pdf/213659/per213659_1970_00048.pdf (Acesso em 05/05/2021)
Filme: "Equivalencias: aprender vivendo" (2019)
Livro: Bisilliat, Maureen. “Fotografias”. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2009.
Livro: Bisilliat, Maureen. ; “O cão sem plumas”. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
Revista: Realidade. Editora Abril, março de 1970. http://memoria.bn.br/pdf/213659/per213659_1970_00048.pdf (Acesso em 05/05/2021)
Nascida em 1931 na cidade de Surrey, no Reino Unido, Sheila Maureen Bisilliat, naturalizou-se brasileira em 1957. Artista plástica por influência de sua mãe, Sheila Brannigan, Maureen estudou pintura com André Lhote em Paris, em 1955, e com Morris Kantor, na Art Students League de Nova Iorque em 1957. A partir de 1962, Maureen passa a dedicar-se exclusivamente à fotografia, registrando imagens pelo Brasil e pelo mundo. Trabalhou como fototojornalista para as revistas Quatro Rodas e Realidade, ambas da Editora Abril. Entre 1972 e 1992, junto com seu marido Jacques Bisilliat e o arquiteto Antônio Marcos Silva, funda a Galeria de Arte Popular O Bode. A partir de então, passa a percorrer o interior do país em busca de trabalhos de artistas populares para compor a galeria. Em 1987, recebe o prêmio de Melhor Fotógrafo da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1988, a pedido de Darcy Ribeiro, os três sócios da galeria O Bode viajam pela América Latina em busca de peças para compor o acervo permanente do Memorial da América Latina, em São Paulo. Desde então, Maurren se torna a curadora do Pavilhão da Criatividade do Memorial.
Instituto Moreira Salles
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