Título: Série Vale do Amanhecer - Tia Neiva
Detalhes
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Maureen Bisilliat
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Série Vale do Amanhecer - Tia Neiva
(Título atribuído)
Maureen Bisilliat (Autoria)
1970s(Data de produção)
Fotografia integra conjunto produzido provavelmente na década de 1970 no Vale do Amanhecer. A comunidade mística foi fundada em 1968 e, desde então, reúne cultos diversos e é considerada um dos maiores exemplos do sincretismo religioso brasileiro. Fundada pela clarividente Neiva Zelaya, a Tia Neiva, o Vale do Amanhecer possui mais de cem mil médiuns e realiza rituais de cura e de desenvolvimento mediúnico.
Diapositivo flexível
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Retrato, Diurna, Eventos / Cerimônias, Festas populares, Indumentária
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-85872011000200010&script=sci_arttext (Acesso em 08/02/2021)
https://www.youtube.com/watch?v=r6wSJBluU1w (Acesso em 08/02/2021)
Dossiê biográfico de Maureen Bisilliat de autoria da pesquisadora Andrea Wanderley.
https://www.youtube.com/watch?v=r6wSJBluU1w (Acesso em 08/02/2021)
Dossiê biográfico de Maureen Bisilliat de autoria da pesquisadora Andrea Wanderley.
Nascida em 1931 na cidade de Surrey, no Reino Unido, Sheila Maureen Bisilliat, naturalizou-se brasileira em 1957. Artista plástica por influência de sua mãe, Sheila Brannigan, Maureen estudou pintura com André Lhote em Paris, em 1955, e com Morris Kantor, na Art Students League de Nova Iorque em 1957. A partir de 1962, Maureen passa a dedicar-se exclusivamente à fotografia, registrando imagens pelo Brasil e pelo mundo. Trabalhou como fototojornalista para as revistas Quatro Rodas e Realidade, ambas da Editora Abril. Entre 1972 e 1992, junto com seu marido Jacques Bisilliat e o arquiteto Antônio Marcos Silva, funda a Galeria de Arte Popular O Bode. A partir de então, passa a percorrer o interior do país em busca de trabalhos de artistas populares para compor a galeria. Em 1987, recebe o prêmio de Melhor Fotógrafo da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1988, a pedido de Darcy Ribeiro, os três sócios da galeria O Bode viajam pela América Latina em busca de peças para compor o acervo permanente do Memorial da América Latina, em São Paulo. Desde então, Maurren se torna a curadora do Pavilhão da Criatividade do Memorial.
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