Title: Série Afoxé de Caboclo - Festa de independência da Bahia
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Maureen Bisilliat
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Série Afoxé de Caboclo - Festa de independência da Bahia
(Título atribuído)
Maureen Bisilliat (Autoria)
circa 1970(Data de produção)
1970 - 1972(Datas-limite)
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970 em Salvador (BA). Os Afoxés são manifestações carnavalescas que tem como principal ritmo o ijexá. Com o tempo, os desfiles dos afoxés acabaram por incorporar elementos das raízes negras e indígenas, sendo resignificados como “afoxés de caboclo”. Nesse conjunto, brincantes se preparam para os festejos do 2 de julho, festa da Independência da Bahia.
Fotografia publicada no livro "Fotografias" (2009), de Maureen Bisilliat.
Diapositivo flexível
GELATINA/ Corante
COR
3.6(height) x 2.4(width)(imagem)
Interna, Vertical, Diurna, Pessoas, Festas populares, Festas religiosas
Livro eletrônico: Desfile de Afoxés. / IPAC. – Salvador : Fundação Pedro Calmon; IPAC, 2010. 68p. : il. – (Cadernos do IPAC, 4). Acesso em 23/09/2020.
Livro:Bisilliat, Maureen. Fotografias. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2009.
Dossiê biográfico de Maureen Bisilliat de autoria da pesquisadora Andrea Wanderley.
Livro:Bisilliat, Maureen. Fotografias. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2009.
Dossiê biográfico de Maureen Bisilliat de autoria da pesquisadora Andrea Wanderley.
Nascida em 1931 na cidade de Surrey, no Reino Unido, Sheila Maureen Bisilliat, naturalizou-se brasileira em 1957. Artista plástica por influência de sua mãe, Sheila Brannigan, Maureen estudou pintura com André Lhote em Paris, em 1955, e com Morris Kantor, na Art Students League de Nova Iorque em 1957. A partir de 1962, Maureen passa a dedicar-se exclusivamente à fotografia, registrando imagens pelo Brasil e pelo mundo. Trabalhou como fototojornalista para as revistas Quatro Rodas e Realidade, ambas da Editora Abril. Entre 1972 e 1992, junto com seu marido Jacques Bisilliat e o arquiteto Antônio Marcos Silva, funda a Galeria de Arte Popular O Bode. A partir de então, passa a percorrer o interior do país em busca de trabalhos de artistas populares para compor a galeria. Em 1987, recebe o prêmio de Melhor Fotógrafo da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1988, a pedido de Darcy Ribeiro, os três sócios da galeria O Bode viajam pela América Latina em busca de peças para compor o acervo permanente do Memorial da América Latina, em São Paulo. Desde então, Maurren se torna a curadora do Pavilhão da Criatividade do Memorial.
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