Título: Série Retratos - Clarice Lispector
Detalhes
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Maureen Bisilliat
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Série Retratos - Clarice Lispector
(Título atribuído)
Maureen Bisilliat (Autoria)
agosto de 1969(Data de produção)
Ensaio fotográfico realizado em 1969, com Clarice Lispector.
Diapositivo flexível
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Retrato individual
Cromo01Retratos publicados em matéria sobre o Rio de Janeiro, para QRodas, em ago/1969
Nascida em 1931 na cidade de Surrey, no Reino Unido, Sheila Maureen Bisilliat, naturalizou-se brasileira em 1957. Artista plástica por influência de sua mãe, Sheila Brannigan, Maureen estudou pintura com André Lhote em Paris, em 1955, e com Morris Kantor, na Art Students League de Nova Iorque em 1957. A partir de 1962, Maureen passa a dedicar-se exclusivamente à fotografia, registrando imagens pelo Brasil e pelo mundo. Trabalhou como fototojornalista para as revistas Quatro Rodas e Realidade, ambas da Editora Abril. Entre 1972 e 1992, junto com seu marido Jacques Bisilliat e o arquiteto Antônio Marcos Silva, funda a Galeria de Arte Popular O Bode. A partir de então, passa a percorrer o interior do país em busca de trabalhos de artistas populares para compor a galeria. Em 1987, recebe o prêmio de Melhor Fotógrafo da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1988, a pedido de Darcy Ribeiro, os três sócios da galeria O Bode viajam pela América Latina em busca de peças para compor o acervo permanente do Memorial da América Latina, em São Paulo. Desde então, Maurren se torna a curadora do Pavilhão da Criatividade do Memorial.;Escritora de estatura internacional, Clarice Lispector iniciou a carreira na imprensa como jornalista e repórter do jornal carioca A Noite. Nasceu na aldeia de Tchechelnik, na Ucrânia, em 10 de dezembro de 1920, mas, desde os cinco anos de idade, viveu no Brasil, para onde se mudou com a família em fuga da dominação comunista no país durante a guerra civil (1918-1921) que se seguiu à Revolução Bolchevique de 1917. Consagrada com uma das maiores ficcionistas brasileiras, escreveu também contos e crônica. Depois de romancista consagrada, voltaria à imprensa sob o pseudônimo de Helen Palmer e passou a conjugar literatura e jornalismo até o fim da vida. Clarice Lispector morreu no dia 9 de dezembro de 1977, na véspera de completar 57 anos, no Rio de Janeiro.
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