Título: Série Japão
Detalhes
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Maureen Bisilliat
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Série Japão
(Título atribuído)
Maureen Bisilliat (Autoria)
1987(Data de produção)
Fotografia integra conjunto realizado em janeiro de 1987, quando Maureen Bisilliat fez uma viagem ao Japão à convite da Fundação Japão. O itinerário percorrido na viagem foi Tóquio, Kyoto, Nara, Koyasan, Akita, Isé-Ginko. Mais de uma década depois, publicou o livro "Instantâneos de um Japão incomum – dissertações sobre a memória" (2000) . O ensaio fotográfico, acompanhado de textos do escritor greco-irlandês Lafcadio Hearn e editado pelo Instituto Takano, traz as fotografias realizadas na viagem ao país na década de 1980. Uma curiosidade é que foi montada uma casa de chá no auditório da Fundação Japão para o lançamento do livro, ocasião que também realizou-se a exposição das fotografias.
Diapositivo flexível
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Diurna, Arquitetura, Casas e habitações
Livro: Bisilliat, Maureen. Fotografias. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2009.
Livro: Bisilliat,Maureen. Instantâneos de um Japão incomum - dissertações sobre a memória. São Paulo: Instituto Takano, 2000
Dossiê biográfico de Maureen Bisilliat de autoria da pesquisadora Andrea Wanderley.
Livro: Bisilliat,Maureen. Instantâneos de um Japão incomum - dissertações sobre a memória. São Paulo: Instituto Takano, 2000
Dossiê biográfico de Maureen Bisilliat de autoria da pesquisadora Andrea Wanderley.
Nascida em 1931 na cidade de Surrey, no Reino Unido, Sheila Maureen Bisilliat, naturalizou-se brasileira em 1957. Artista plástica por influência de sua mãe, Sheila Brannigan, Maureen estudou pintura com André Lhote em Paris, em 1955, e com Morris Kantor, na Art Students League de Nova Iorque em 1957. A partir de 1962, Maureen passa a dedicar-se exclusivamente à fotografia, registrando imagens pelo Brasil e pelo mundo. Trabalhou como fototojornalista para as revistas Quatro Rodas e Realidade, ambas da Editora Abril. Entre 1972 e 1992, junto com seu marido Jacques Bisilliat e o arquiteto Antônio Marcos Silva, funda a Galeria de Arte Popular O Bode. A partir de então, passa a percorrer o interior do país em busca de trabalhos de artistas populares para compor a galeria. Em 1987, recebe o prêmio de Melhor Fotógrafo da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1988, a pedido de Darcy Ribeiro, os três sócios da galeria O Bode viajam pela América Latina em busca de peças para compor o acervo permanente do Memorial da América Latina, em São Paulo. Desde então, Maurren se torna a curadora do Pavilhão da Criatividade do Memorial.
Instituto Moreira Salles
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