Título: Belém, monumento em homenagem a Proclamação da República com o Teatro da Paz ao fundo
Título: Belém, monumento em homenagem a Proclamação da República com o Teatro da Paz ao fundo
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Belém, monumento em homenagem a Proclamação da República com o Teatro da Paz ao fundo
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1954(Data de produção)
1946 - 1955(Datas-limite)
Monumento em homenagem a Proclamação da Repúblicaem mármore carrara com 20 metros altura. A estatura é de uma mulher, segurando um ramo de oliveira na mão. A mulher representa o regime democrático e o ramo simboliza a paz. Há também um gênio alado sobre o primeiro degrau, apoiado em um leão. Ele ergue o estandarte da república, mostrando o progresso que foi apoiado pelo novo regime, levantando a liberdade. Duas pequenas estátuas erguem escudos e, em cada um deles está escrito "Probidade" e "União".
Primeira casa de espetáculo construída na Amazônia, o Theatro da Paz foi fundado em 15 de fevereiro de 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha Foi o engenheiro militar José Tiburcio de Magalhães que deu início ao projeto arquitetônico, inspirado no Teatro Scalla de Milão (Itália). É o maior teatro da região norte.
Primeira casa de espetáculo construída na Amazônia, o Theatro da Paz foi fundado em 15 de fevereiro de 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha Foi o engenheiro militar José Tiburcio de Magalhães que deu início ao projeto arquitetônico, inspirado no Teatro Scalla de Milão (Itália). É o maior teatro da região norte.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Arquitetura, Arte, Externa, Diurna
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
www.belem.pa.gov.b
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
