Título: Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
Título: Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
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Chiquinha Gonzaga
Francisca Gonzaga
(Autoria)
Victor Pujol
(Autoria)
Avelino de Andrade
(Autoria)
Gastão Tojeiro
(Autoria)
João Baptista Gonzaga
(Autoria)
(Autoria)
Victor Pujol
(Autoria)
Avelino de Andrade
(Autoria)
Gastão Tojeiro
(Autoria)
João Baptista Gonzaga
(Autoria)
15 de junho de 1923
Detalhes
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Chiquinha Gonzaga
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Carta de pedido de colaboração
Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
(Título)
Francisca Gonzaga (Autoria)
Victor Pujol (Autoria)
Avelino de Andrade (Autoria)
Gastão Tojeiro (Autoria)
João Baptista Gonzaga (Autoria)
Victor Pujol (Autoria)
Avelino de Andrade (Autoria)
Gastão Tojeiro (Autoria)
João Baptista Gonzaga (Autoria)
15 de junho de 1923(Data de produção)
A iniciativa para a construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, compositor do Hino Nacional brasileiro, partiu de Francisca Gonzaga. Desde o início da década de 1920 a maestrina, que integrou o conselho fiscal da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - ao lado de nomes como Raphael Pinheiro, Serra Pinto, Raul Pederneiras, Claudio de Souza, Octavio Quintiliano -, defendeu nas reuniões internas da instituição a importância do maestro e de sua música para o Brasil. Após uma campanha de subscrição pública, coordenada por Victor Pujol, Avelino de Andrade e Francisca Gonzaga, a SBAT conseguiu angariar fundos para a construção do monumento. O mausoléu foi projetado por José Octávio Corrêa Lima, professor da Escola Nacional de Belas Artes, e inaugurado em 19 de novembro de 1926. A data, comemorativa do Dia da Bandeira, aponta para o teor cívico-patriótico da construção em homenagem ao músico.
Compositora, pianista e maestrina, Chiquinha Gonzaga (Francisca Edwiges Neves Gonzaga, 1847-1935) é não só um dos grandes nomes da música brasileira dos séculos XIX e XX, mas uma personagem marcante e atuante que, oriunda de uma sociedade patriarcal, abriu caminhos e rompeu barreiras em diversos segmentos, tornando-se pioneira inclusive na defesa dos direitos autorais de compositores e autores teatrais.
