Título: Capitão mór dos Guanás [Terena]
Detalhes
017HF00036-1.jpg
Cyrillo Hercules Florence
Brasiliana > Cyrillo Hercules Florence > Capitão mór dos Guanás [Terena]
Desenho
Capitão mór dos Guanás
(Título original)
Capitão mór dos Guanás [Terena]
(Título atribuído)
Hercule Florence (Autoria)
1826(Data de produção)
Grafite, nanquim, aquarela e tinta ferrogálica sobre papel
30,7(altura) x 23(largura)(suporte)
30(altura) x 18,2(largura)(mancha)
30(altura) x 18,2(largura)(mancha)
Povo Terena (Guanás)
FLORENCE, Hercule. Le Nouveau Robinson. Monaco: Nouveau Musée National de Monaco/Humboldt Books, 2017. FLORENCE, Hercule. Viagem fluvial do Tietê ao Amazonas de 1825-1829. Tradução de Visconde de Taunay. São Paulo: Melhoramentos, 1941. FLORENCE, Leila (org). Céus. O teatro pitoresco-celeste de Hercule Florence. São Paulo: Florescer Produções Culturais, 2010. FLORENCE, Leila (org.). Hercule Florence e o Brasil. O percurso de um artista-inventor. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2009. FLORENCE, Hercule. Viagem Fluvial do Tietê à Amazônia pelas Províncias de São Paulo, Mato Grosso e Grão-Pará. São Paulo: Instituto Hercule Florence, 2023. Expedição Langsdorff. Disponível em: https://ihf19.org.br/pt-br/hercule-florence/expedicao-langsdorff-mapa. Acesso em 22.05.2024 SILVA, D. G. B. da (org.), KOMISSAROV, B. N., et al.,Os diários de Langsdorff – volume 3. Campinas: Associação Internacional de Estudos Langsdorff. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1998. (recurso eletrônico). Para relatos sobre os Guaná [Terena] ainda no século XIX, ver o trabalho de Visconde de Taunay, que esteve na região na década de 1860). Para a primeira metade do século XX, ver o trabalho de Herbert Baldus. Para informações posteriores e de cunho mais etnográfico, ver os trabalhos de Maria Elisa Ladeira e Roberto Cardoso de Oliveira e relatórios de identificação fundiária da FUNAI elaborados pelo antropólogo Gilberto Azanha. Conferir, ainda, trabalhos mais recentes feitos por acadêmicos indígenas deste povo. Para um revisão das fontes disponíveis sobre o complexo jogo de etnônimo na região do Grande Chaco, ver o artigo "Assimetrias entrelaçadas: sobre o “complexo hierárquico” Eyiguayegui-Guaná" de Gabriela Freire, na Revista Tellus (2019). É importante ter em mente que optamos aqui por associar os Terena e os Guaná, mas apenas sob a seguinte ressalva: os Terena fazem parte do subgrupo Guaná, que dá origem a outros grupos étnicos, tais como os Kinikinao, Laiana e o Exoaladi. Para alguns autores, o termo Guaná refere-se a uma terminologia genérica, atribuída a um conjunto de povos autóctones, habitantes do Chaco paraguaio, entre eles o Terena. Eremites de Oliveira e Pereira (2003, p. 242) afirma que Guaná, mas também Chané ou Chané-Guaná, designa todos os povos habitantes da região chaquenha e pantaneira.
Hercule Florence (Antoine Hercule Romuald Florence, Nice, França, 1804 –
Campinas, Brasil, 1879), artista visual, pesquisador e inventor de origem
franco-monegasca.
O jovem Hercule Florence participava de uma viagem ao redor do mundo
quando decidiu desembarcar no Rio de Janeiro, em 1824. Vivendo aqui,
candidatou-se à vaga de desenhista anunciada pelo Barão de Langsdorff no
Diário do Rio de Janeiro, em 07 de julho de 1825.
A Expedição Langsdorff foi uma missão científica formada por naturalistas,
botânicos, geógrafos, zoólogos, astrônomos e artistas, e percorreu entre 1825
e 1829 as províncias de São Paulo, Mato Grosso e Grão-Pará. Durante a
viagem, Hercule Florence registrou em desenhos e aquarelas a fauna, a flora,
as paisagens e as comunidades indígenas encontradas ao longo desse
percurso.
Após o retorno da expedição, fixou residência em Vila de São Carlos, atual
Campinas (SP), e ao longo de sua vida desenvolveu atividades artísticas,
comerciais e educacionais, como o atlas pitoresco-celeste e experimentos
fotoquímicos considerados precursores da fotografia no Brasil e no mundo,
entre outros inventos e descobertas.
A coleção Cyrillo Hercules Florence, que guarda grande parte da produção de
Hercule Florence, foi incorporada ao acervo do IMS no ano de 2023.
Campinas, Brasil, 1879), artista visual, pesquisador e inventor de origem
franco-monegasca.
O jovem Hercule Florence participava de uma viagem ao redor do mundo
quando decidiu desembarcar no Rio de Janeiro, em 1824. Vivendo aqui,
candidatou-se à vaga de desenhista anunciada pelo Barão de Langsdorff no
Diário do Rio de Janeiro, em 07 de julho de 1825.
A Expedição Langsdorff foi uma missão científica formada por naturalistas,
botânicos, geógrafos, zoólogos, astrônomos e artistas, e percorreu entre 1825
e 1829 as províncias de São Paulo, Mato Grosso e Grão-Pará. Durante a
viagem, Hercule Florence registrou em desenhos e aquarelas a fauna, a flora,
as paisagens e as comunidades indígenas encontradas ao longo desse
percurso.
Após o retorno da expedição, fixou residência em Vila de São Carlos, atual
Campinas (SP), e ao longo de sua vida desenvolveu atividades artísticas,
comerciais e educacionais, como o atlas pitoresco-celeste e experimentos
fotoquímicos considerados precursores da fotografia no Brasil e no mundo,
entre outros inventos e descobertas.
A coleção Cyrillo Hercules Florence, que guarda grande parte da produção de
Hercule Florence, foi incorporada ao acervo do IMS no ano de 2023.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Coleção Cyrillo Hercules Florence / Acervo Instituto Moreira Salles
![Capitão mór dos Guanás [Terena]](https://acervos.ims.com.br/service.php/File/15991_ca_object_representations_media_286144_medium.jpg)