Título: Jovem Guaná [Terena]
Detalhes
017HF00131-1.jpg
Cyrillo Hercules Florence
Brasiliana > Cyrillo Hercules Florence > Jovem Guaná [Terena]
Desenho
Jovem Guaná
(Título original)
Jovem Guaná [Terena]
(Título atribuído)
Hercule Florence (Autoria)
s.d.(Data de produção)
Grafite sobre papel
41,3(altura) x 34,4(largura)(suporte)
41,3(altura) x 34,4(largura)(mancha)
41,3(altura) x 34,4(largura)(mancha)
Povo Terena (Guanás)
FLORENCE, Hercule. Le Nouveau Robinson. Monaco: Nouveau Musée National de Monaco/Humboldt Books, 2017.
FLORENCE, Hercule. Viagem fluvial do Tietê ao Amazonas de 1825-1829. Tradução de Visconde de Taunay. São Paulo: Melhoramentos, 1941.
FLORENCE, Leila (org). Céus. O teatro pitoresco-celeste de Hercule Florence. São Paulo: Florescer Produções Culturais, 2010.
FLORENCE, Leila (org.). Hercule Florence e o Brasil. O percurso de um artista-inventor. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2009.
RICARDO, Fany Pantaleoni (Ed.), KLEIN, Tatiane (Ed.); SANTOS, Tiago Moreira dos (Ed.). Povos Indígenas no Brasil 2017/2022. São Paulo: Editora: Instituto Socioambiental, 2023
https://pib.socioambiental.org/pt/
https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao/estilos/indio
Para relatos sobre os Guaná [Terena] ainda no século XIX, ver o trabalho de Visconde de Taunay, que esteve na região na década de 1860). Para a primeira metade do século XX, ver o trabalho de Herbert Baldus. Para informações posteriores e de cunho mais etnográfico, ver os trabalhos de Maria Elisa Ladeira e Roberto Cardoso de Oliveira e relatórios de identificação fundiária da FUNAI elaborados pelo antropólogo Gilberto Azanha. Conferir, ainda, trabalhos mais recentes feitos por acadêmicos indígenas deste povo. Para um revisão das fontes disponíveis sobre o complexo jogo de etnônimo na região do Grande Chaco, ver o artigo "Assimetrias entrelaçadas: sobre o “complexo hierárquico” Eyiguayegui-Guaná" de Gabriela Freire, na Revista Tellus (2019). É importante ter em mente que optamos aqui por associar os Terena e os Guaná, mas apenas sob a seguinte ressalva: os Terena fazem parte do subgrupo Guaná, que dá origem a outros grupos étnicos, tais como os Kinikinao, Laiana e o Exoaladi. Para alguns autores, o termo Guaná refere-se a uma terminologia genérica, atribuída a um conjunto de povos autóctones, habitantes do Chaco paraguaio, entre eles o Terena. Eremites de Oliveira e Pereira (2003, p. 242) afirma que Guaná, mas também Chané ou Chané-Guaná, designa todos os povos habitantes da região chaquenha e pantaneira.
FLORENCE, Hercule. Viagem fluvial do Tietê ao Amazonas de 1825-1829. Tradução de Visconde de Taunay. São Paulo: Melhoramentos, 1941.
FLORENCE, Leila (org). Céus. O teatro pitoresco-celeste de Hercule Florence. São Paulo: Florescer Produções Culturais, 2010.
FLORENCE, Leila (org.). Hercule Florence e o Brasil. O percurso de um artista-inventor. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2009.
RICARDO, Fany Pantaleoni (Ed.), KLEIN, Tatiane (Ed.); SANTOS, Tiago Moreira dos (Ed.). Povos Indígenas no Brasil 2017/2022. São Paulo: Editora: Instituto Socioambiental, 2023
https://pib.socioambiental.org/pt/
https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao/estilos/indio
Para relatos sobre os Guaná [Terena] ainda no século XIX, ver o trabalho de Visconde de Taunay, que esteve na região na década de 1860). Para a primeira metade do século XX, ver o trabalho de Herbert Baldus. Para informações posteriores e de cunho mais etnográfico, ver os trabalhos de Maria Elisa Ladeira e Roberto Cardoso de Oliveira e relatórios de identificação fundiária da FUNAI elaborados pelo antropólogo Gilberto Azanha. Conferir, ainda, trabalhos mais recentes feitos por acadêmicos indígenas deste povo. Para um revisão das fontes disponíveis sobre o complexo jogo de etnônimo na região do Grande Chaco, ver o artigo "Assimetrias entrelaçadas: sobre o “complexo hierárquico” Eyiguayegui-Guaná" de Gabriela Freire, na Revista Tellus (2019). É importante ter em mente que optamos aqui por associar os Terena e os Guaná, mas apenas sob a seguinte ressalva: os Terena fazem parte do subgrupo Guaná, que dá origem a outros grupos étnicos, tais como os Kinikinao, Laiana e o Exoaladi. Para alguns autores, o termo Guaná refere-se a uma terminologia genérica, atribuída a um conjunto de povos autóctones, habitantes do Chaco paraguaio, entre eles o Terena. Eremites de Oliveira e Pereira (2003, p. 242) afirma que Guaná, mas também Chané ou Chané-Guaná, designa todos os povos habitantes da região chaquenha e pantaneira.
Hercule Florence (Antoine Hercule Romuald Florence, Nice, França, 1804 –
Campinas, Brasil, 1879), artista visual, pesquisador e inventor de origem
franco-monegasca.
O jovem Hercule Florence participava de uma viagem ao redor do mundo
quando decidiu desembarcar no Rio de Janeiro, em 1824. Vivendo aqui,
candidatou-se à vaga de desenhista anunciada pelo Barão de Langsdorff no
Diário do Rio de Janeiro, em 07 de julho de 1825.
A Expedição Langsdorff foi uma missão científica formada por naturalistas,
botânicos, geógrafos, zoólogos, astrônomos e artistas, e percorreu entre 1825
e 1829 as províncias de São Paulo, Mato Grosso e Grão-Pará. Durante a
viagem, Hercule Florence registrou em desenhos e aquarelas a fauna, a flora,
as paisagens e as comunidades indígenas encontradas ao longo desse
percurso.
Após o retorno da expedição, fixou residência em Vila de São Carlos, atual
Campinas (SP), e ao longo de sua vida desenvolveu atividades artísticas,
comerciais e educacionais, como o atlas pitoresco-celeste e experimentos
fotoquímicos considerados precursores da fotografia no Brasil e no mundo,
entre outros inventos e descobertas.
A coleção Cyrillo Hercules Florence, que guarda grande parte da produção de
Hercule Florence, foi incorporada ao acervo do IMS no ano de 2023.
Campinas, Brasil, 1879), artista visual, pesquisador e inventor de origem
franco-monegasca.
O jovem Hercule Florence participava de uma viagem ao redor do mundo
quando decidiu desembarcar no Rio de Janeiro, em 1824. Vivendo aqui,
candidatou-se à vaga de desenhista anunciada pelo Barão de Langsdorff no
Diário do Rio de Janeiro, em 07 de julho de 1825.
A Expedição Langsdorff foi uma missão científica formada por naturalistas,
botânicos, geógrafos, zoólogos, astrônomos e artistas, e percorreu entre 1825
e 1829 as províncias de São Paulo, Mato Grosso e Grão-Pará. Durante a
viagem, Hercule Florence registrou em desenhos e aquarelas a fauna, a flora,
as paisagens e as comunidades indígenas encontradas ao longo desse
percurso.
Após o retorno da expedição, fixou residência em Vila de São Carlos, atual
Campinas (SP), e ao longo de sua vida desenvolveu atividades artísticas,
comerciais e educacionais, como o atlas pitoresco-celeste e experimentos
fotoquímicos considerados precursores da fotografia no Brasil e no mundo,
entre outros inventos e descobertas.
A coleção Cyrillo Hercules Florence, que guarda grande parte da produção de
Hercule Florence, foi incorporada ao acervo do IMS no ano de 2023.
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Coleção Cyrillo Hercules Florence / Acervo Instituto Moreira Salles
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