Título: Severino de Tracunhaém
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Severino de Tracunhaém
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1957(Data de produção)
1952 - 1962(Datas-limite)
Severino Gomes de Freitas, o Severino de Tracunhaém, (1916-1965) foi um dos mais representativos ceramistas de Trachunhaém, cidade onde nasceu e onde trabalhou nos engenhos de cana-de-açúcar até casar com Lídia Vieira, na época uma das mais famosas ceramistas nordestinas (faleceu em 1974).
De tanto observar a mulher modelando seus bonecos, deixou o trabalho na agricultura e entrou para o negócio do barro. Logo desenvolveu estilo próprio e ganhou fama como artista popular. Esculpia bichos e figuras estranhas, frades, beatas, estatuetas de Padre Cícero e outros. Suas peças, em geral medindo entre 30 cm e 50 cm, integram coleções particulares e acervos de alguns museus pernambucanos. Morreu em decorrência de esquistossomose adquirida na zona rural onde viveu.
De tanto observar a mulher modelando seus bonecos, deixou o trabalho na agricultura e entrou para o negócio do barro. Logo desenvolveu estilo próprio e ganhou fama como artista popular. Esculpia bichos e figuras estranhas, frades, beatas, estatuetas de Padre Cícero e outros. Suas peças, em geral medindo entre 30 cm e 50 cm, integram coleções particulares e acervos de alguns museus pernambucanos. Morreu em decorrência de esquistossomose adquirida na zona rural onde viveu.
Livro: O Olho fotográfico, Marcel Gautherot e seu tempo. Textos de Heliana Angotti Salgueiro, Lygia Segala e Olivier Lugon. São Paulo: FAAP, 2007, 408 p., ilust. Edição bilíngüe português-inglês.;
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Pessoas, Trabalho, Artesão, Arte, Artesanato
http://www.pe-az.com.br/editorias/biografias/s/653-severino-de-tracunha%C3%A9m
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
