Título: Maquete da Praça Alberto Dalva Simão
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Maquete da Praça Alberto Dalva Simão
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
1973(Data de produção)
A Praça Alberto Dalva Simão, no Bairro São Luiz, em Belo Horizonte, Minas Gerais, é considerada uma obra-prima da modernidade. Localiza-se na altura da estátua de Iemanjá, no encontro das avenidas Otacílio Negrão de Lima e Santa Rosa. O nome da praça é uma homenagem ao empresário que loteou a região. A intenção de Burle Marx era fazer da praça um mostruário de plantas do cerrado e da mata atlântica, como jacarandás, quaresmeiras, braúnas e licuris.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Arquitetura
Entrevista com Haru Ono, no escritório Burle Marx, no Rio de Janeiro, em 01/03/2016.
Roberto Burle Marx e a nova visão da paisagem, Nobel, 1984.
http://www.vermelho.org.br/noticia/10933-76
Roberto Burle Marx e a nova visão da paisagem, Nobel, 1984.
http://www.vermelho.org.br/noticia/10933-76
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
