Título: Hospício Nacional de Alienados, também Hospício D. Pedro II, atual UFRJ
Detalhes
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Pedro Corrêa do Lago
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Hospicio de D. Pedro II. e Escola Militar. Praia Vermelha.
(Título original)
Hospício Nacional de Alienados, também Hospício D. Pedro II, atual UFRJ
(Título atribuído)
Georges Leuzinger (Autoria)
circa 1866(Data de produção)
1861 - 1871(Datas-limite)
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, em estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornou mais visível em 1890, quando o mesmo espaço foi reformulado, agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944 o hospício foi transferido e o prédio ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ. A Escola Militar tem suas origens relacionadas à Escola Politécnica, antiga Escola Central, localizada no Largo de São Francisco de Paula no prédio erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. A Escola Politécnica estava ligada a Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o Largo de São Francisco. Em 1874, a totalidade do ensino militar passou para a escola da Praia Vermelha.
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
18,6(altura) x 24(largura)(imagem/dimensão total)
31,2(altura) x 41,3(largura)(dimensão total)
31,2(altura) x 41,3(largura)(dimensão total)
Acidente Geográfico, Diurna, Externa, Horizontal, Paisagem, Morro do Pão de Açúcar, Bairros, Urca, Hospital Nacional dos Alienados (Hospício Pedro II)
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg. 127;
Livro: O Rio de Janeiro de Leuzinger, pg 110;
Site: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702003000300016
Livro: O Rio de Janeiro de Leuzinger, pg 110;
Site: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702003000300016
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
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Em domínio público
Georges Leuzinger/Acervo Instituto Moreira Salles
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