Título: Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Detalhes
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Pedro Corrêa do Lago
Pedro Corrêa do Lago > Álbuns > Alb.003-Rio de Janeiro > Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Lago da Freitas - Caminho do Jardim Botanico (do Chacara do Snr. Lehericy)
(Título original)
Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
(Título atribuído)
Georges Leuzinger (Autoria)
circa 1866(Data de produção)
1861 - 1870(Datas-limite)
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índios de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho primitivo. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a lagoa até a desembocadura do rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira. Em primeiro plano, podemos ver por cima do morro os telhados da construção da chácara do Comendador Laje, o futuro Parque Laje. Vemos ainda na foto essa ponta sobre a lagoa, hoje aterrada, onde era a Chácara da Bica, depois Solar do Monjope.
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
publicado no Caderno de Fotografia Brasileira Georges Leuzinger - 2006. pág 084
publicado no Caderno de Fotografia Brasileira Georges Leuzinger - 2006. pág 084
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
19(altura) x 23,9(largura)(imagem/dimensão total)
Flora / Vegetação, Montanha/Morro, Acidente Geográfico, Paisagem natural, Diurna, Externa, Horizontal, Pedra da Gávea, Lagoa Rodrigo de Freitas, Bairros, Lagoa Rodrigo de Freitas
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg. 305;
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, p. 116.
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, p. 116.
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Em domínio público
Georges Leuzinger/Acervo Instituto Moreira Salles
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