Título: Rodrigo Melo Franco de Andrade
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Rodrigo Melo Franco de Andrade
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1955(Data de produção)
1955 - 1956(Datas-limite)
Advogado, jornalista e escritor, Rodrigo Melo Franco de Andrade nasceu em Minas Gerais em 1898. Formou-se em Direito pela Universidade do Rio de Janeiro, foi redator-chefe e diretor da Revista do Brasil e chefiou o Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), atual IPHAN, desde a sua criação em 1937 até 1968. Melo Franco faleceu em 1969, no Rio de Janeiro.
Exposição: Marcel Gautherot - Brasil: tradição, invenção. Paço Imperial - RJ, 2017.
Exposição: "Brésil Tradition Invention", retrospectiva realizada na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Fotografia publicada no livro: "Paisagem Moral", IMS - 2009.
Exposição: "Brésil Tradition Invention", retrospectiva realizada na Maison Européenne de la Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016.
Fotografia publicada no livro: "Paisagem Moral", IMS - 2009.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Pessoas, Externa, Retrato individual, Retrato, Diurna
http://www.cpdoc.fgv.br/nav_historia/htm/biografias/ev_bio_rodrigomelofrancodeandrade.htm
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
