Título: Desfile de blocos no Banho de Mar à Fantasia
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Desfile de blocos no Banho de Mar à Fantasia
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1959(Data de produção)
1958 - 1960(Datas-limite)
Anualmente, era realizado o desfile de blocos "Banho de Mar à Fantasia", no Flamengo, instituído pelo "Grupo dos Flamengos de Verdade". Em 1958, foi realizado em 9 de fevereiro e, em1959, foi realizado em 1º de fevereiro.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Carnaval, Instrumento musical, Manifestações / Festas Populares, Externa, Diurna
Diário Carioca de 25 de janeiro de 1958 - http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093092_04&PagFis=39863
Diário Carioca de 7 de janeiro de 1959 - http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093092_04&PagFis=44007
Diário Carioca de 7 de janeiro de 1959 - http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093092_04&PagFis=44007
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
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